terça-feira, 18 de fevereiro de 2014
quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014
Evidência translúcida (de um passado, do futuro)
Mas sempre tropeço nas minhas próprias barreiras.
Pobre incapaz, é o que penso ser!
Como a chuva tentando beijar o deserto,
ou como um carro desgovernado, por completo.
Tentando agradar e se manter na busca por um simples afeto.
Você me agrada, me encanta!
Um doce presente encontrado, não procurado.
Apenas uma pessoa que simplesmente me deixa fascinado.
E que por muitas vezes fez com que as minhas noites fossem dias.
Dias em que o sol insiste em não se por,
deixando a alegria se espalhar por longo tempo.
Onde os meus pensamentos fazem curva, sua beleza me cura
Onde os meus pensamentos fazem curva, sua beleza me cura
"Eu jurei por Deus não morrer por amor".
Mas a isso que me ocorreu, não posso me opor.
Transgredira limites que não posso definir,
como se fosse um ser feliz, que não pudesse sorrir!
Para sempre entenderei, me esforçarei,
por uma causa que de fato admitirei.
Eu amei!!!
Intensamente e internamente - inteiramente!
Quero demonstrar e não apagar.
E lutar por aquilo que todos os dias me faz sonhar.
Onde os meus pensamentos fazem curva, sua beleza me cura.
Onde os meus pensamentos fazem curva, sua beleza me cura.
Doce e plena beleza!
Que vicia o meu olhar.
Satisfazendo-me assim, de forma salutar!
terça-feira, 4 de fevereiro de 2014
Perce(bo)p(A)ção?
Diferenciado por estar sempre marcado,
por cânticos que me mostram, sempre, o lado contrário.
Lugar onde encontro as desavenças.
Cruelmente fixadas por muitas descrenças,
que sempre intentam em me marcar como uma doença.
Ser que tanto preza, mas sempre insiste em abusar dos sentimentos alheios,
congregados e ao mesmo tempo dissipados por terceiros.
Encontrados por ai, como meros e simples entreveros.
O que sentimos deve ser cuidado, tratado, mostrado com delicadeza.
Até que algo encontrado, talvez uma tristeza,
seja curada e transformada em algo que represente a plena riqueza.
Prefiro me resguardar a lutar contra o que já não mais tem solução.
Daquilo que perdura como uma profunda incisão.
Instaurada no fundo da alma, no nosso coração.
segunda-feira, 27 de janeiro de 2014
O Senhor que examina a transformação do tempo e suas ações, é o principal sujeito das descobertas que sempre existiram, mas nunca foram demonstradas naquele aspecto.
Frente a frente muita coisa que estava escondida, e que numa fração minima, esticou-se à sua frente demostrando afetuosidade.
Entende-se muito a respeito. Devora-se a parcialidade como um simples almoço corriqueiro.
Evidencia-se de forma a causar um grande choque nos que se viram para não ver!
É maior do que se imaginava.
É fenomenal e incontestável.
Preludio de um sentimento honesto que se manifesta num singelo ato de amor, o qual poucos absorverão tamanha demostração de algo nunca observado no ser!
Fato transformador de atos atuais os quais atuam, atenuam e antecipam aquilo ao qual fora acionado por afeto anteriormente escapulido.
Foge como se estivesse eternamente enclausurado, sem que qualquer liberdade existisse do lado de fora.
Mostra, como num jorro, a necessidade de ocupar um espaço onde encontrará um estado de comodidade.
Não há o controle da situação.
É simplesmente a natureza agindo de forma avassaladora, decadente, sincera e futuramente feliz.
Feliz por ser sincero, ser evoluído e não pelo momento em si.
A complexidade do todo que envolve tudo é demais para aquilo que pensa e transpira.
A série de fatores que englobam a sua vivência vai além da sua compreensão.
É muito mais do que, um dia, facultativamente, poderá entender.
As possibilidades são as mais interessantes e entediantes possíveis.
A claridade de cada uma delas somente será descoberta quando a escolha já tiver sido feita.
Faça e entenda, compreenda, absorva e reflita.
Conclua que nada na verdade faz muito sentido.
sábado, 18 de janeiro de 2014
Frente a frente com tudo que acho desde que um pensamento claro e límpido me ocorrera numa certa tarde de um inverno quente e úmido
Presença da força de pensamento intitulado como amor, mas que na verdade é dor.
domingo, 27 de outubro de 2013
Situações compostas, de resultados simples, com uma enorme dose de complexidade.
Complicado restringir tudo que gostaria de falar e mostrar.
Serás tachado por isso.
Falar sobre a paixão.
Nem todos podem tomar conta do que quer.
Serem motivados por chamados presentes nas suas cabeças.
E ainda continuar a Falar sobre a paixão.
Congruente é tudo aquilo que pensa, mas irremediavelmente é afastada a sua lógica.
Decida-se a respeito de você mesmo!!
Fale sobre a paixão.
Não Fale sobre a paixão.
A liberdade que te abrange nem sempre pode esperar sobre as dúvidas/dualidades insistentes.
Um leque dessa liberdade está constantemente aberto na frente dos seus olhos.
Sempre fora difícil enxergá-la, apesar da obviedade.
Necessário, nesses casos, desmanchar o que fora recentemente passado para conseguir atravessar a intensa nuvem inglória que se perpetua.
Nós podemos, apesar dos tempos, em qualquer lugar.
Capazes são aqueles que se desvencilham de paixonites que desmancham qualquer sonho momentâneo de uma vida inteira, consequência de situações sempre presentes na sua vida e mente, mas que, contudo, acabam por permanecerem escondidos, juntamente com aquela liberdade invisível.
Ah!! O fato de repudiar qualquer pré julgamento...
Este que se deriva da falta de COMUNICAÇÃO, tão visível nos dias que se passam.
Tão raro perceber o pleno intercâmbio de pensamentos. Este ato simples de se praticar, COM ÚNICA AÇÃO.
De qualquer forma, ainda continuamos a andar por ai, sendo passageiros de uma corrente que sempre insiste a nos levar àquela densa nuvem que nos cobre, que não nos permite observar a plenitude de opções saturadas de glórias, que se faz refugiar no que todos, cegamente, acabamos por optar.
Você consegue ver? Você consegue Falar sobre a paixão?
quarta-feira, 23 de outubro de 2013
Será ótimo se começar por um ato de amor ou por uma catástrofe!
Fizeram ficar desta maneira,
aquele que tem o poder de mexer com os seus mais sinceros sentimentos.
Aquilo que muitos gostariam, mas poucos possuem.
Aquele carisma que se enquadra em certas pessoas,
em outras não passa de algo ordinário num mundo infinito de possibilidades.
Umas certas, muitas erradas.
Aquelas possibilidades...
Aquilo que você quer.
Probabilidades desconhecidas, que são difíceis de desentranhar e ver o que se poderá extrair, sejam elas boas ou péssimas.
Fica claro que, por mais que um entendimento comprovado certifique, nada poderá fazer para controlar impulsos e vontades.
Há de ter sorte, muita sorte.
Cretinos são plenamente agraciados. Sorte deles... ou não?
As vezes não. Eles não sabem disso. (eles nunca sabem de nada)
Mas outros os invejam, e muito!
De qualquer forma, é preferível ficar com a falta de sorte. Ela faz infiltrar num mundo, para muitos sombrio, de autoconhecimento, o qual permite potencializar pensamentos consistentes que conseguem controlar ilusões pertinentes e constantes de um ser frágil e incessantemente alvejado que na verdade não passa de você, eu, ele...
Uns conseguem continuar, sem feridas.
Outros morrem, sem motivo.
Outros não percebem, por desconhecimento.
domingo, 16 de junho de 2013
De grande pesar, por observações gerais, esperando não errar.
É triste perceber a falta de conectividade entre a minha mente e o que é disseminado massivamente por ai.
Não me considero (muito pelo contrário) o senhor da razão, mas, se muito o que observamos por ai está errado, acho que chego a uma conclusão lógica.
Aquele ser pensante que se considera racional, muitas vezes nos decepciona pela forma superficial de apresentar seus argumentos e pensamentos.
De forma chula e ostenciva, a maioria das pessoas se interessam por aquilo que, para mim, se trata de resultado de uma cultura pobre, podre e generalizada que é decretada pelas ações daqueles que se consideram os legítimos donos da verdade.
É difícil, para os desprovidos de bons pensamentos, conseguirem se desvencilhar do que insiste em entrar em cada poro do seu corpo, de cada informação que lhe é passada, sem que consiga filtrar.
Bons questionamentos, boas discussões e troca de informações válidas não são bem aceitas numa roda de "amigos", aqueles aos quais, involuntariamente, temos que conviver.
E é justamente por essa convivência involuntária que observamos e chegamos a determinadas conclusões.
Nós podemos escolher os verdadeiros amigos e conviver com as pessoas amadas... aquelas as quais temos afinidades e sintonia de pensamentos, mas quando nos afastamos dos nossos legítimos amigos e entramos em contato com outra "trupe" de pessoas, vemos que a generalidade das pessoas nos deixam desiludidos. E infelizmente vejo que se trata da grande e real maioria das pessoas.
Na verdade, estaria eu errado e fora da sintonia do que se passa nos dias de hoje?
Teria eu legitimidade para questionar os "amigos"?
Seria muita pretensão da minha parte incompreender as ações de terceiros?
Permaneço acreditando naquilo que fora passado e filtrado por princípios justos e difundidos por grandes mentes.
sexta-feira, 3 de maio de 2013
Intitulação precoce daquilo que não compreendo.
Já não tem mais a sensatez de sequer perceber.
Eu realmente não o questiono, simplesmente finjo.
Aliás, finjo mais do que reflito, dentro das minhas capacidades internas.
As ilustrações a respeito das situações reais esclarecem.
Ser ínfimo é se contentar, sem interagir.
A conectividade não interessa. Não há o que acrescentar.
O mundo restrito lhe conforta, muros lhe convém e os demais já não mais vivem.
A clausura agrada de forma inconveniente. Os olhos parecem agradecer.
O corpo já se acostumou, a inércia se acomodou.
Profundidade como outrora já não mais se observa em suas ideias.
Tudo acaba por ser mecânico: acordar, cuidar, amar, VIVER.
Não acredito numa revolução, muito menos numa indignação.
Aquela que poderia se concretizar, desde que muita coisa lhe foi extirpada!
Meu amigo... os tempos mudam, mas muita coisa permanece.
Digo, permanece para mim, mas já não mais para você!
sábado, 23 de fevereiro de 2013
Você já se questionou a respeito de algo você pensa, porém não consegue se expressar a respeito?
Que simplesmente se enfurnam no seu mundo de mazelas.
Informo a esses que há muito o que se ver lá fora, muito a observar, e muito a levar a crer que na verdade nada faz muito sentido, no melhor dos sentidos.
Levemos uma vida sem grandes preocupações, sejamos agraciados (sem qualquer crendice) por coisas inimagináveis, que na verdade só são assim por não nos jogarmos, por não criarmos as devidas e oportunas situações.
Restringir está sempre presente na nossa natureza, contudo, alguns conseguem romper essa barreira, seja por determinação, seja por ja ser da sua própria natureza.
Não podemos esperar pelo amanha, devemos sempre escolher dessa forma, definitivamente.
Correr por ai sem que nossos princípios sejam prevalecentes.
Dormir imaginando no que iremos transpor em breve.
Esperar nos fará refletir.
Refletir, por muitas vezes, acaba com a sensação do inesperado, o que nos tira o prazer da realização de muitas coisas, principalmente as melhores!
(Bem, aqui vamos nós, tentando infiltrar num mundo de criações e fatos, os quais ainda se quer foram questionados a respeito das intenções daqueles que, na verdade, não pensam em realizá-los.
Nos dá uma sensação de que podemos tudo, de que podem tudo, mas ao mesmo tempo de que nunca seremos ou conseguiremos tudo o que almejamos.
Mundo traiçoeiro, fascinante, com todas as portas abertas.
O mundo mostra que o impossível é muito real, até mesmo que a real impossibilidade é transponível.
quarta-feira, 2 de janeiro de 2013
Fim do mundo, das ideias, do critério, da razão.
sexta-feira, 24 de agosto de 2012
Reflexo minorizado por desavenças ocorridas ao longo do trilho da vivência
De forma a converter suas razões em algo perfeito.
Perfeito para você, e sempre imperfeito para os demais.
Os demais são complicados demais.
Eu sou demais para os demais.
Demasiadamente contraditório e imperfeito.
Tentar confluir para reverter a situação é algo a se buscar.
Todos buscam o tempo todo, e o tempo todo ninguém consegue.
Não consegue, pois está observando além.
Além do que deveria focar de forma a atingir o resultado desejado,
não só por outros, mas por quem está ao seu redor.
Todos se questionam e criticam.
Nada o faz satisfazer-se.
O tempo, no seu trilho interminável, continua no mesmo caminho.
Não há como desviar-se.
De maneira efusiva, alguns apliam seu campo de observação.
Chegando a um ápice que outros não compreendem.
Outros, digo, muitos.
Ali, do seu lado, acontecem coisas evidentes,
os cegos percebem, os "perfeitos" ignoram.
Não propositalmente, mas por serem "cegos".
O grito chega como um vômito, a fim de acabar com essa "evidência".
Triste constatar a forma como as coisas se apresentam ao seu lado!
Felizes são os que meramente se conformam?
sábado, 14 de julho de 2012
sábado, 24 de março de 2012
Melhores constatações serão sempre aquelas as quais você só se dará conta quando a conclusão não for mais válida, contudo, será sempre benéfico.
meu grande querer
Apesar do tempo fora, acabara por perceber.
Constatara que lá fora muito ainda ficou esparramado,
mas nada e ninguém evidenciou a forma desejada.
Desta forma, um pedaço ainda ficou pela lembrança, e o inteiro se dissipou.
Mal agradecido sentimento abrasivo,
arruinando a plasticidade fértil e clamorosa de outrora.
Especificamente por exclusão clara de atos ou constatações superficiais.
Imundos pensamentos predominantes,
Agraciamentos sempre louvados por magnificos senhores da verdade,
os quais de nada são beneficidados por sinapses racionais.
Lógica dos tempos, desde a mais longinqua forma de conta-lo.
Sempre influenciado por aquilo que resta das mais repugnantes formas de pensamento.
O sonho já ocorrera desde então, porém, como no período atual, nunca acabará por ser atingido.
Forma e força sempre se unirão com o melhor dos propósitos,
contudo o resultado nunca é previsivel, como nunca será e nunca fora.
sábado, 10 de dezembro de 2011
Por uma personagem, por um amor, por um amigo, pela família.
A observação o faz sentir muito ordinário.
Contudo, somos ordinários.
Seja num ato ou noutro. Mas não em todos.
Extraordinário você pode ser, em um feixe de ações.
Mas ordinário, você será em todas as outras.
A igualdade nos conecta. A igualdade é ordinária (entre você e eu).
O extraordinário te afasta. O empurra dos demais.
Devemos nos destacar. Devemos ser extraordinários?
Não devemos nos estancar. Não devemos nos conectar?
Estancar não é ser ordinário? O ordinário não nos liga?
O que acontece com as relações?
Você precisa de mudanças, necessitamos nos livrar daquilo que nos exaure.
De maneira diversa, vejo tudo isso como meros pontos de vista.
Em qualquer que seja a situação, nada é definitivo. Pelo menos no que se trata de relações humanisticas.
Assim, evidente fica a constatação lógica sobre a incerteza de tudo que encontraremos pela frente, seja numa relação afetiva, amistosa, familiar, etc...
Observo e sempre haverei de observar qualquer palavra endereçada a mim.
Seja qual ela for, seja o tom, seja a forma de dizer, seja ela dita de forma ordinária, ou extraordinária.
Fácil constatação, porém nem sempre absoluta.
segunda-feira, 29 de agosto de 2011
INTRA
Mente aberta.
Livre para acumular, fluir e retribuir.
Estampada de opiniões conflitantes até mesmo no que tem certeza.
Manifestamente feita para simplificar.
Mente que não mente, que não deixa a malevolência influenciar e dela desfrutar.
Construida por princípios tão claros e nítidos, que acabam por fazer com que outros se indaguem a respeito.
Resultado de tristes passagens e de pessoas que marcam. Produto final do que ficara eternamente.
Apesar de consolidada, encontram-se pontos a serem constantemente restaurados e aperfeiçoados. Flagrante nítido da flexibilidade que faz do "ser" algo para o qual devemos separar um lapso temporal com um finalidade específica e aguçante.
Se percebes uma ponta de interesse, porque não separar um tempo para desbravar e, quem sabe, descobrir uma nova mente que irá restaurar alguns "pedaços" daquilo que já pensara estar completamente construido?
quinta-feira, 7 de julho de 2011
Tudo que você sabe está errado!
Negado como anteriormente
Rejeitado como sempre.
Contudo, florescendo da maneira mais desfavorável, como no mais ácido lugar.
Atrito da razão com a emoção.
Compartilhado com pessoas próximas, que são tão perceptíveis quanto imaginara.
Figurando como o único ser presente, percebe-se do quão fora atingido e desmantelado.
Aquela imagem ainda insiste em permanecer no limbo lógico da sua razão.
Incrivelmente alimentada por um lapso que parecera ter sido enjaulado no seu ser.
Periodicamente a dor aparece, sistematicamente sabe-se da sua presença, e de maneira efusiva acaba por anuncia-la para aquilo ou aqueles que normalmente jamais dariam conta a respeito.
Verificado a preponderância da emoção, mesmo que a experiência ensine o oposto.
O irracional atua de maneira livre e límpida, atingindo cada poro do ser, fazendo-o flutuar no ar carregado dos sentimentos devastadores que afugentam a simplicidade daquilo que o faz forte.
Glorificação é o que resta. Percepção de algo que levará para todos os tempos e dimensões.
Pelo menos por hora.
domingo, 12 de junho de 2011
Translúcido
Incrédulo por sua relevância.
Bombardeado por sua visibilidade.
Pacífico por seu espirito.
Glorifica-se por entender a sí e por não decifrar os demais.
Bastardo.
Por não se por na mesma categoria.
Por não evidenciar o que faz a grande massa.
Por trazer consigo disparidade quanto à lógica presente nas mentes.
Ganjento
Tomando como base as ideias revolucionárias de outrora.
Garantido a tentativa de uma sadia influência sobre mentes límpidas.
Organizando uma logistica que poucos podem perceber.
Tranca-se em um círculo singelo em todos os sentidos, o qual se torna impenetrável nos dias atuais.
Facilidade plena, contudo distante. Não conseguem captá-la.
Em seus flancos observa-se frestas que tentam absorver o maior número de indivíduos possíveis.
O maior número de indivíduos possível não se importa, se cegam. Ignora... ignorANTES.
segunda-feira, 25 de abril de 2011
sexta-feira, 8 de abril de 2011
quarta-feira, 9 de março de 2011
Foi inalcançável?
Tentar graduar aquilo que não é mais palpável.
Tentar guardar apenas como se algo bom fosse, mas que ultrapassou o limite do seu querer.
De difícil limitação e necessário como um diapasão.
Não existe um instrumento para tal, mas apenas uma forma de aceitação exordial.
O continuísmo não existirá, e o que restará será apenas algo imaterial, que não se concretizará com o pouco que obtera por breve e única chance.
De algo inimaginável, aparecera como se estivera esperando, mas de maneira menos provável.
A indiscutibilidade a respeito é evidente, a forma como se apresentou, contudo, nem tanto.
Entretanto, observa-se que situações se materializam para que sejam transformadas, e assim mostrando para o próprio ser o quão capaz ele é de absorver e entender que nem tudo deve ser colocado a sua frente da maneira que ele prefere.
A transição do querer para o tornar possível e longa, e deve ser colocada em mente sempre que ela for acionada.
Acionar a mente para que ela transforme o pensamento em ações.
Estas devem ser constantes, assim como o simples ato de se manter vivo.
Viver e agir. Parece ser simples, mas não é para todos.
domingo, 6 de fevereiro de 2011

sexta-feira, 28 de janeiro de 2011
E todos choravam!
Aqueles que eu achava não chorar, também choram!
Constatação prevista, mesmo que não imaginável.
quarta-feira, 19 de janeiro de 2011
Definitivamente.
Costumo dizer que aprender sobre a empatia faz parte da educação. Assim como generosidade, amizade e compaixão.
Eu tinha mais ou menos oito anos: minha mãe e a Teresa, minha irmã, juntavam roupas, lençóis, comida e brinquedos e íamos para a casa do Vicente, passar o dia. Pra mim, e para minhas outras irmãs, pouco mais velhas, era uma festa.
O Vicente era um pedreiro e pintor de paredes que vivia com a mulher e nove filhas num casebre na cidadezinha do interior de Minas, numa rua de terra batida e muitas árvores. Lembro que era uma casa branca por fora e escura por dentro, de cômodos pequenos e com um odor peculiar que até hoje minha memória olfativa mantém guardado.
Lembro que a filha mais velha, a Cida, tinha olhos azuis e tranças compridas muito louras. Ela era doente mental, mas ria e balbuciava palavras enquanto nos abraçava. E lembro de uma das mais novas, a Solange, que eu gostava de fazer de boneca. Havia um bebezinho e todas as outras meninas, cujos nomes se perderam na minha lembrança.
As visitas eram sempre em dias de sol, quando a Teresa nos levava para debaixo de uma mangueira e nos contava histórias de princesas, inventadas na hora. Brincávamos no quintal a tarde inteira, correndo em meio às galinhas e aos cachorros magrinhos e mansos. Lembro da alegria da mulher do Vicente, e dele próprio, que sorriam benevolentes, com um olhar de gratidão quase infantil.
Eu era criança, e mesmo sem entender muito bem as coisas, me comovia com aquilo. Ao fim do dia, quando íamos embora, sentia sempre uma alegria meio triste, que não entendia bem. Precisei de alguns anos para entender que o que eu sentia na hora da despedida era compaixão.
Foi assim que minha mãe nos ensinou sobre a generosidade, enquanto a Teresa falava que a visita era tão importante quanto os donativos, talvez até mais.
Um dia me mudei da cidadezinha, cresci e nunca mais vi aquela família, embora jamais tenha me esquecido daqueles dias que ficaram em minha memória como imagens mágicas, com uma luz dourada de infância.
Eu já estava com mais de trinta anos quando voltei à cidade e, enquanto subia uma ladeira, alguém gritou meu nome. Era um homem velho, de chapéu de palha, sentado sozinho no banco da praça.
-- Vicente! – gritei, como se encontrasse alguém de outro mundo.
E ali, naquele fim de tarde, voltamos àqueles dias tão vivos, enquanto pude rever, nos olhos dele, a mesma gratidão infantil do passado. A mesma gratidão infantil que boiou também nos meus olhos, quando nos reconhecemos amigos que o tempo não afastou.
*fonte: http://www.jblog.com.br/almalavada.php
sábado, 6 de novembro de 2010
Retrato de mais um acontecimento absolutamente ordinário
A beleza com a vontade.
Música com felicidade.
Quando conseguiu, tudo passou entre seus dedos.
Já não mais estava lá tudo aquilo que pensava ser perfeito.
Muito proveitoso foi, tivera alguém que o fez abrir os olhos para mostrar a felicidade novamente.
Ela estava perdida, na grande imensidão da tristeza que teima em predominar desde o início de sua real consciência.
É claro, a falta que o fará, e já faz, abriu um imenso buraco exatamente no lugar onde a felicidade havia se instalado.
Sensação que incomoda a cada pulso de vida.
Contudo, na verdade, poderá estar sendo meramente egoísta com um lado que não o predomina, mas que tem plena consistência.
De qualquer jeito, nada tirará a plena satisfação que ele tinha ao tê-la do seu lado.
Agradece, chora, se alegra e guarda consigo sua essência, sua consciência, sua beleza, sua magnificência.
Apreciou, de certa maneira atrapalhada, cada demonstração que ela o deu sobre a sua pessoa.
Admirou cada traço e cada detalhe.
Adorou o que lhe trouxe, seja da forma que tenha trazido.
Gratidão por momentos que, por mais simples que tenham sido, fizeram-no despertar o que era obscuro, e que, com grande possibilidade, jamais havia aflorado.
Pode parecer demais, pode parecer tolo, não interessa.
Porém, ela sabe que trouxera a plena alegria de um lugar onde, há muito, ninguém havia tocado, ou se quer, ousado modificar.
terça-feira, 2 de novembro de 2010
Ultraviolet (Light my way)
sábado, 30 de outubro de 2010
Isto não é criterioso
Nunca fará com que as melodias, ao seu ver prazerosas, consigam fluir ao relento, determinando e dominando fraquezas do seu ser, flertando com terceiros, matando outros demais.
Muito prazeroso ver e atuar, rasgando o ar da forma mais estapafúrdia, arrancando os corações sombrios de pessoas gélidas que insistem em manifestar pelo mais perverso aroma, o qual, da maneira mais simples, atinge aqueles que são desprovidos da imaginação real do mundo perverso que na verdade não existe.
O que realmente evolui e faz sentido é o olhar flamejante daqueles que estão constantemente guerreando pela paz interna, trazendo como aliados aqueles que captam, pelo mais singelo movimento, humanos com a plena capacidade de se revoltarem pelo trágico movimento antimundano.
Vivendo a clamorosa vastidão daquilo que lhe foi dado, será de fácil percepção tudo que fora ignorado e trazido consigo, e tudo aquilo que arrancastes do infinito.
Não estava nem mesmo perto de uma mera tentativa de fazer ou constituir os pensamentos cretinos que dominam as transmissões sinapticas realizadas nos dias de hoje.
Equivalendo às demasiadas formas de interpretação do que não mais está ao seu redor, encontra-se mundos íntimos que chegam a formar um universo social, o qual aplicam-se princípios clamorosos que pulverizam, por demais, mundos terceirizados que se incompatibilizam com aqueles que acabam por o atingir.
Infimamente, os seres captam todas as sinapses, trazendo consigo uma singela forma de concretizar a solução para aquilo que transparece nos demais, formando e transformando tudo que faz uma mera interação parecer a mais extensa forma de consubstanciar uma forma de relação com outra, por mais complexa que ela possa parecer.O parecer e transparecer se chocam de frente.
O parecer não existe frente ao que pode transparecer. Hoje, é clara a tentativa desenfreante de todos modificarem o que parecem para mostrar e refletir a incessante e massiva mentira que assola grande parte das sociedades existentes nesta imensidão mundana.
Sociedades que, a cada dia que se passa, mostram divisões extremas em relação àqueles que as compõem. Obviamente que esta composição fora ininterruptamente irrigada por princípios que datam desde o início das primeiras tentativas da formação de uma real comunidade que buscava um determinado fim. De qualquer forma, desde o inicio, elas já estavam antecipadamente condenadas a propagar o que, hoje em dia, é considerado bom ou ruim, para o ser ou para o conjunto de todas essas sociedades, mais conhecidas como a humanidade.
Grande humanidade, grandes indivíduos, grande mundo. O conjunto em si é autodestrutivo, rumando ao grande dia em que nada pensado ou nada criado fará qualquer sentido. Será nada mais do que algo meramente ocorrido em determinado tempo, em determinado lugar, por um certo indivíduo. Não sobrará nada, nem mesmo as invenções mais poderosas, seja ela física ou intelectual, seja uma escultura ou uma idéia mirabulosa.
A humanidade trabalha para o presente, não faria sentido trabalhar para o futuro. Tratamos aqui do tempo em escala geológica, ou seja, aquele tempo quase infinito, aquele que não percebemos o passar, e que, na verdade, nunca saberemos se será mesmo algo que um dia acabará, ou se será algo que vai além do que as sinapses neurológicas consigam, um dia, mudar de um simples pensamento para algo que poderia nos explicar, metodicamente e empiricamente, e ate mesmo de forma subliminar, sobre tudo que ate hoje fora intensamente “martelado” nas mentes mais superiores, mas que ainda não fora desenvolvida a ponto de revolucionar qualquer imaginação em tal sentido.
Este sim é o inconcluso, o que não podemos se quer dizer algo a respeito. Não há qualquer forma de manifestação que possa, de algum jeito, explicar o que existe unicamente nas mentes daqueles que aplicam vivência ao macro físico. Esta é uma combinação bizarra que para uma minoria faz o maior dos sentidos, aplicando a cada evento conhecimentos e princípios intra ao mega extra.
Extra preponderantemente e absurdamente alucinante, abrangente da forma mais bizarra. Continuadamente alvo de argumentações e preposições que obviamente, na grande maioria das vezes, não encontram bases cientificas para arcar com uma colocação minimamente decente que cause, por parte das pessoas, pensamentos concretos e satisfatórios.
De qualquer forma a completa satisfação, seja ela qual for, será algo inalcançável. Caso ela fosse plenamente palpável, as aspirações e o constante almejar que movem todos fariam com que não mais existisse qualquer ambição e assim não mais haveria sentido no viver de cada dia, de cada ser pensante, ou simplesmente de um mero seguidor de instintos.
quarta-feira, 6 de outubro de 2010
Dancing with myself
Sentindo sem imaginar o que os outros podem pensar.
Deixando para lá qualquer vibração que possa modificar o que você quer para aquele momento, deixando transparecer as suas necessidades e sua vontade.
Costumo imaginar as coisas sem que os outros imaginem.
Fechar as portas da importância alheia.
Se dividir e pensar que naquele momento só você importa, e nada mais fará que isso possa mudar.
Se dividir e depois sentir que está livre da pressão que o contagia.
Conseguir ter o poder de se desligar, e fazer com que nada mais importe, a não ser você.
Privilegiados aqueles que conseguem.
O que era para ser a coisa mais estúpida do mundo, não existe para a IMENSA maioria.
As vezes melhor ser estúpido, impedindo que o raciocinio lógico destrua certos instintos que todos nós haveriamos de ter.
Complicado é dançar consigo mesmo.
quinta-feira, 16 de setembro de 2010
consequência de você, de quem eu odeio e de quem admiro, por mais que não o admirem.
Conheco lugares e pessoas que, agora, também são um pouco de mim, ou até mesmo muito, sem que eu tenha a mínima noção.
Por um mero acaso descubro este fato.
Por andar por ai e descobrir, numa mera eventualidade, que eu me encontro em outros lugares.
As vezes o EU que encontro já nao é mais o EU atual.
E muitas vezes o EU que encontrarei será o EU que ainda nao sou.
E eu encontrarei isso em quem ainda nao conheço.
Eu me travo na constante batalha de encontrar o que sou no que o mundo me mostra.
O mundo de vários Eu's e Você's.
Você's que na grande maioria das vezes não tem noção de que são pedaços de quem, um dia, nao era mais do que um princípio de criatura sem qualquer fragmento racional.
Sim, você foi inicialmente construido, nao era só o seu EU. O Eu sempre começa a sua construção por vários você's.
O EU tem perspectiva de se libertar futuramente, sair da casca dos você's, mas são raros os que não trazem qualquer fragmento alheio.
Não é uma crítica, somos inerentes aos fragmentos que trazemos, mas cabe ao EU, a medida que sua lógica vai se tornando evidente, distribir o você's, investindo-o ou até mesmo eliminando-o.
Não observo isto na grande massa, mesmo porque nem todos podem se conscientizar a respeito, não sao tantos que alcançam tal condição.
O motivo? Desconheço.
quinta-feira, 29 de julho de 2010
Momento alheio
Simplificar para que?
Se as pessoas estão sistematicamente acostumadas com o dificultar?
Entre em sintonia com os problemas, não tente compreende-los.
Afaste-se da resolução facil, entre na rotina do "burocratizar".
Encaminhe os fatos para o caminho mais longo,
tente nao compreender ...
Esqueça o fácil, absorva as neuras alheias.
Aplique-as à sua vida, e seja mais um.
Difícil compreender, fácil ignorar.
Eu, mais que ninguém, sei.
quarta-feira, 9 de junho de 2010
terça-feira, 8 de junho de 2010
Anoitecer
quinta-feira, 3 de junho de 2010
Amours (quel dommage...)
et je ne sais pas comment
Amour, ma mère
et tous ces sentiments
Amour, mon frère
et ma sœur évidement
Amour, serait-ce un jeu
d'enfants à crier tout'l temps ?
Amour, de longue date
qui s'étend, qui s'étend
Amour, avec un grand A
c'est long, c'est long, c'est long"...
Gaëtan Roussel
Enquanto eu lia o livro
- Então é isso (eu me perguntava)
o que o autor chama a vida de um homem?
E é assim que alguém, quando morto e ausente eu estiver,
irá escrever sobre a minha vida?
(Como se alguém realmente soubesse
de minha vida um nada,
quando até eu, eu mesmo, tantas vezes
sinto que pouco sei ou nada sei
da verdadeira vida que é a minha;
somente uns poucos traços
apagados, uns dados espalhados
e uns desvios, que eu busco
para uso próprio, marcando o caminho
daqui a fora.)
(Walt Whitman)
(tradução José Paulo Reis)
terça-feira, 1 de junho de 2010
Cornerstone
but it was only a look alike
She was nothing but a vision trick
under the warning light
She was close,
close enough to be your ghost
But my chances turned to toast
when I asked her if I could call her your name
I saw your sister in The Cornerstone
on the phone to the middle man
When I saw that she was on her own
I thought she might understand
She was close,
well you couldn't get much closer
She said "I'm really not supposed to but yes, you can call me anything you want"
sexta-feira, 28 de maio de 2010
Ninguém consegue percebê-la.
Percebe-se, já que não lhe interessa.
Difícil encontrá-los.
Aqueles que podem, aqueles que compreendem, aqueles que instigam e que cada vez mais são ou acabam por serem imperceptíveis.
Praticamente impossível revelá-los.
Os encontrarão espalhados, como animais em extinção, em vasta área de povoamento.
São aqueles que valem a pena compartilhar palavras de plena sabedoria e pensamentos ultra magníficos, daqueles que construímos num não cessar esplendoroso, que cansa por tamanha vontade de não parar de refletir.
Por tamanha magnitude ocorre a incompreensão por terceiros que, se quer, iniciam um lapso de uma mera tentativa de absorção.
Plenamente compreensivo, completamente aceito, frustrantemente comum.
Complicado por definição. É algo com a qual me faz revelar o desgosto por muitos.
Chateado outrora, sagaz por agora.
Incômodo antes, aceito no momento.
É por demais mesquinho. Vivendo e aprendendo, infelizmente.
A tentativa ficará no quase, mas alguma coisa haverei de modificar, sendo na própria mente, sendo no observador.
Parabéns mundo, por fazer da raça um oceano de vazio, com pequenos diamantes escondidos embaixo da areia que teima em escondê-los.
Demasiadamente...
Pensam muito, pensam pouco, pensam com preguiça, pensam porque gostam.
A partir do que você pensa? O que faz pensar?
Cada um pensa algo.
Mas o que é este algo?
Necessário desgastar para chegar a uma conclusão?
O algo já é a conclusão que você pensa, para outros.
Outros concluem o seu pensamento.
Todos chegam ao final, porém o final não é o mesmo para todos.
Todos necessitam de algo.
Algo faz agir.
Algo age
Algo determina.
Algo conclui.
Algo é você.
Algo sou eu.
Pensam sobre você.
Pensam sobre mim.
Pensam estar fazendo.
Pensam chegar ao fim.
Agem para finalizar.
Agem a seu favor.
Agem pensando sobre algo.
Algo me faz pensar sobre o mundo.
O mundo pensa em agir.
Só pensa ou age?
Age muito e pensa muito.
Melhor agir ou pensar.
Melhor pensar e agir, ou agir sem pensar?
Agir pouco e pensar muito. É uma conclusão lógica?
Lógico é raciocínio.
Raciocínio é pensar com lógica.
Louco...
Louco pensa muito ou simplesmente não pensa, só age.
Somos todos LOUCOS!
Pensando bem, nem todos, mas grande parte... blá blá blá....
sexta-feira, 8 de janeiro de 2010
Em vão...

Você sabe?
Você se interessa?
Eu não compreendo, vocês não importam, nós não concordamos.
Muito a ser esclarecido.
Muito a ser prestado.
Muito a ser definido.
Verdades a serem ditas.
Mentiras a serem contadas.
Discernimento não absorvido.
Evidencias obscuras pela névoa da impunidade.
Claudicantes são os passos seguidos pelas pessoas envolvidas.
Ela se quer tentam compreender o porque.
Compreensão exige atenção mínima. Esta exige desprendimento. Este exige tempo. Este não pode ser desperdiçado atualmente.
Engloba-se tudo numa bolha de nada. De conteúdo extremamente vago que se quer percebemos.
Futuramente... no presente, penso no passado.
Entenderei o que penso, quando tiver raciocinado.
Não mais fará sentido.
Exigibilidade não mais cabível. Sentido transposto à sua vontade.
Magnitude perplexa por tudo que produzimos.
Por tudo que hoje é verdadeiro e “correto”.
Sim, correto hoje já não é mais certo, como o errado não é horripilante.
Horrível pensar isso! (?).
O certo é pensar nisso!
O certo é unicamente pensar, de forma racional, e não meramente pelo ato em si!
É necessário conteúdo, em tudo que se faz prezar.
Resistência é o que há. Nem todos temos essa qualidade, tão clamada por muitos.
Porém, como tudo, há quem discorde. Eu discordo e concordo!
Relatividade... tudo é relativo, segundo o clichê!
Nada mais verdadeiro... se for raciocinado.
Tudo se encaixa de acordo com as situações. Tudo pode ser cabível dependendo do que estiver se passando. Tudo pode ser nada, dependendo das ações. Nada pode ser plenamente cabível. Tudo é cabível? Cabe?
Claro que sim, claro que não. Relativo...
De qualquer maneira este é o mundo que vivemos, segundo cantam por ai!
Às vezes eu estava errado. Alias, com certeza eu estava errado.
O erro é um grande acerto na verdade, genericamente.
Genericamente tudo é válido, até a pior coisa que se passou na sua vida (outro clichê).
Através de tais suposições, percebemos a subjetividade de tudo que é concreto e que, na prática, seria incontestável.
Chega-se ao ponto inicial, por tudo que se passa nas nossas cabeças. Ponto inicial. Mais a ser discutido, mais a ser girado e, por uma vez mais, tenta-se concluir o inconcluso.
segunda-feira, 4 de janeiro de 2010
segunda-feira, 12 de outubro de 2009
De repente... qual o motivo?
Desobstrução de visão ampla e previsível.
Conflito entre óbvio e agradável.
Mistura convincente e periodicamente esperável.
Muito a discutir e evidenciar.
Nada a convencer ou brigar.
Influência amarga e doce do passado presente e não mais por aqui.
Mudança cada vez mais próxima de algo que pretende-se não mais alimentar.
Força ainda presente, mas prestes a dissipar.
É o que se espera, é o que traduz o espírito calejado por vivência.
Ainda há muito por vir, e muito a ser alvejado.
Nada é o que se pensa, nada é o que é!
Figuração constante, presença disposta quando há vontade, força interna ainda na tentativa.
Muito a concluir, muito a agir, muito a propagar.
Encontrando figuras dispostas a qualquer coisa, literalmente.
Raciocínio ligado a AÇÔES, HISTÓRIA e principalmente a VOCÊ.
Há por demais, e por menos, de acordo com o ponto de vista.
Disritmia que move de maneira claudicante.
Por mais que se faça, o mínimo é o resultado!
Contudo, de mínimo é que se chega ao máximo.
Obviedade esdrúxula.
Porém nada mais verdadeiro.
Clichê bizarro, que alguns tentam destruir, mas nunca conseguem.
Pelo bem e pelo mal.
quarta-feira, 12 de agosto de 2009
quarta-feira, 15 de julho de 2009
sexta-feira, 10 de julho de 2009
Your Personality Is Like Cocaine
quarta-feira, 8 de julho de 2009
Segundo a minha pessoa, a música...
alias, é possível, mas de diferente forma,
que não unicamente transmitir por palavras, mas transpor a isso.
É o motivo de existir a música.
Muito acham aquelas frases sem sentido, pelo menos para quem tentando decifrar algo.
Sim... sem sentido para quem não estava enclausurada nos sentidos de quem a escreveu.
Para quem não obtém qualquer percepção sobre o autor, ou simplesmente para os insensíveis .
Independente disso, é uma forma de interpretação.
A musicalidade poderá ajudar, e de fato ajudará para quem percebe.
A genialidade, a doação do seu sentido, o completo transparecer do que se passa.
Para quem pode e consegue é algo magnífico.
Seria como a tentativa de comunicação perfeita,
sincronia de audição e raciocínio.
Soa como o encaixe entre peças plenamente moldadas uma para a outra.
União de prazer e capacidade,
sentimento e compreensão.
Demonstração de sincronismo entre diferentes percepções.
quarta-feira, 1 de julho de 2009
Trilha de Contradições
Lya Luft
Trecho - Revista Veja 1º Julho 2009 pg. 26
quinta-feira, 4 de junho de 2009
É?
Nada do aconteceu.
Nada do que acontecera.
Pessoas que passam.
Pessoas que aparecem.
Tudo vai... passa... fica na memoria.
Esta que falha, esta que mata, esta que suga.
Muito do que aparece é, parece, mas desintegra.
Verdade que enlouquece.
Mentira que ilude.
Atos que ferem.
Musica que lembra.
Sentidos que transpõem.
Pensamentos que iludem.
Ilusão desonesta.
Mundo ridículo.
Mundo real, que ensina?
Sim. Amam ou odeiam, aos extremos.
Extremo ridículo.
Ridículo radical
Quem é levado por emoções que nao ajudam.
Ajuda quem é, ou melhor, quem tem um mínimo de discernimento.
Discernimento? Muitos sabem disso?
É o que todos deveriam ter.! (?)
Aí não seria este mundo.
Caracteristico por existir o que criticam e o que admiram.
É o que é!
E, pelo menos, é o que continuará a ser!
sexta-feira, 22 de maio de 2009
domingo, 17 de maio de 2009
sábado, 16 de maio de 2009
Carta para os mundos
É demasiadamente ridículo o que tem observado?
Muita coisa que parece ser demais, na verdade é normal.
È apenas resultado de um conjunto de ações que, a partir de um sistema, teve como resultado algo que, se analisado de forma restrita, parece realmente ser exagerado.
Na verdade tudo tem a sua explicação, a principio.
Muito se ouve durante a nossa historia particular, muito se aplica, assim como muito é deixado de lado, sem qualquer valorização.
E é justamente as que não foram valoradas que mereceriam uma melhor análise, seja ela positiva ou não.
A partir dela nos definimos,
A partir dela definimos o próximo.
Logo, depositamos uma maior confiabilidade nas ações, na personalidade e em tudo que faz o seu “conselheiro”.
Claro meu mundo, eu te construo!
As perspectivas são criadas a partir de você mesmo!
O julgamento dos acontecimentos são apresentados através do filtro que tem!
O seu valor é exposto pelo seu discernimento.
Claro que muitos não conseguem expor o seu mundo da forma ideal.
Às vezes por pensar que isso não é o ideal, ou que não tem qualquer fundamento.
Desta forma mundos acabam sendo criados, e aqui estamos nós para podermos desvendá-los, nos surpreendendo, e nos fazendo felizes, ou, em grande freqüência, nos fazendo tristes também.
A tentativa de desvendar mundos particulares é algo que deveríamos nos acostumar, isso faz compreender os outros e facilitar o relacionamento, seja ele qual for!
É o simplificar de tudo, é a compreensão e a não disseminação de conflitos nos respectivos mundos.
Mundos particulares, mundos expostos, mundos secretos, mundos obscuros, submundos.
Todos temos, todos demonstram, todos escondem todos! Todos mostram todos. Conveniência sempre, é o que importa para os seus mundos!
Deveria ser assim?
domingo, 5 de abril de 2009
Seen live

Foo Fighters
REM (x2)
Beck
Deep Purple
Sepultura
Hellacopters
Lag Wagon
Shelter
Garotos Podres
Flaming Lips
New Order
Soul Asylum
Iggy Pop and The Stooges
The Cardigans
Fantomas
Gang Of Four
Marky Ramone and the Intruders
Mudhoney
Asian Dub Foundation
Interpol
Julliete and the Licks
Arctic Monkeys
Hot Chip
Lemonheads
Nação Zumbi
Cachorro Grande
Sonic Youth
LCD Soundsystem
Radiohead
Wander Wildner
Muse
U2
Pearl Jam
Morrissey
domingo, 29 de março de 2009
Dégât!
Dessas duas, decresci, decentemente, dúvidas do discernimento dado.
Dentro disso, DRAMAtizei, dosadamente, dolorosas dúvidas diversificadas.
Distraído, desviei, dinamicamente, da detestável dualidade.
Despachei, dinamicamente, DRAMA destrutivo.
Despedida desesperada.
Drástico DRAMA.
Despi-me, demonstrando dualidade d’alma.
Despertei-me dentro do descomunal desconforto.
Desarmado, desanimei dos decorrentes delírios.
Dura dor, duradoura.
Diversificarei-me daquilo demonstrado.
Dirija-me dicas discrepantes!
DRAMÁticas dúvidas duradouras, demasiadamente dúbias.
Oh shit!
Things are still floating.
Consegui fazer isto!
But those things are still there.
Isto já é um resultado.
I’m trying to work this idea.
Nada é fácil no campo pessoal.
And I can fell it!
As respostas ainda não aparecem
‘Cause I know they need more time.
De qualquer maneira, confortado estou.
But I would like to go with her!
Eu só vou vê-la!
Never feel again.
Esta percepção, unicamente, não é hoje satisfatória.
It needs a combination of feelings.
Contudo, foi o que aconteceu.
And I will just see her!
sábado, 28 de março de 2009
I cannot fell
Faça-me senti-la da forma mais profunda possível!
Ajude-me a entendê-la e a fazê-la feliz!
Vê-la de tal maneira me fará gracioso!
Serei capaz de tudo com o seu sentimento endereçado a minha pessoa.
Seria de fácil entendimento para os demais, se soubessem o quanto és magnífica!
Você me faz feliz, me faz sentir da melhor forma nas piores situações.
Para tudo haverá luz, e a motivação estará sempre presente!
Procure me perceber e verás o bem que faz.
Mudastes uma pessoa, repare na revolução!
Tenha certeza sobre sua capacidade, você conseguiu!
Minha garota, onde esta você?
Minha garota, não vejo mais nada!
Minha garota, não viva apenas na memória, nos sonhos!
Minha garota! Seja real!
sábado, 21 de março de 2009
quinta-feira, 19 de março de 2009
A partir de um mero perfume...
Seja de quem já foi, de quem esta perto, ou mesmo de quem não te quer.
É absolutamente injusto, não há como escolher o que lhe vem em mente.
Uma vez feliz, outra vez pensativo, logo, triste.
Faz te remeter a momentos de tristeza.
O que acaba por entregar o que se passa com a sua pessoa.
Assim todos perguntam, comentam e percebem.
Você não esta legal!
Ou mesmo, voce sempre foi assim!
É... sempre...
Algumas ações, por menos demonstrativas que sejam, lhe entregam.
Você tenta se esquivar, mas, por enquanto, não conseguiu.
Não se preocupe, cabe aos demais te entender também.
“Cada um com o seu cada um”
O próximo “um” precisa ser diferente.
De forma a interpretá-lo da melhor maneira.
Complicado sempre foi, todos são complicados.
A intenção deve prevalecer a tudo, e, logo, a ação sobre ela.
Ficar unicamente no querer não será valido.
Pessoas valem a pena.
Só não seja difícil com o outro, e, principalmente com você!
Não ser difícil é difícil.
Com a sua pessoa, então, nem comente!
Constatação própria.
sábado, 14 de março de 2009
She doesn't know
Incessantemente procuro saber suas noticias.
E, por mais que algo tenha dado errado, o sorriso sempre está a acompanhá-la.
É extremamente prazeroso ouvir suas maravilhosas gargalhadas.
Tento fazer delas algo que me anime quando estou num momento não muito bom.
Quando a encontro, parece que todos estão contagiados pela sua radiante forma de levar a vida.
Contudo, tenho certeza que se disser a ela a maneira que a vejo, uma critica irei ouvir.
Ela também é uma de nós, e não admitirá minha constatação.
Sei que ouvirei que as coisas não estão boas com ela, e que, como qualquer um, espera, sempre, por algo muito melhor.
De qualquer maneira, a observação é plenamente válida.
Muitos perguntam sobre o que nos passa,
O que posso responder, por mim, é que realmente a adoro, e acho que ela não tem a percepção do quão.
É verdade, hesito sobre esta ação. Muitas vezes. Mas não sempre.
Preciso transpor esta barreira com relação a ela, ainda não sei o porquê de não ter dito.
As vezes oportunidade. Prefiro uma ocasião, uma vez que constatei que não posso mais fazer isso de tal forma quanto anteriormente era feito.
Não pelos outros, mas por mim.
Contudo, creio que, me manifestando a ela, o resultado será de mutuo proveito e alegria.
sexta-feira, 13 de março de 2009
In Dreams
domingo, 8 de março de 2009
... e assim vai... do jeito que realmente é!?
Juízos da falso valor.
Mentira.
Tudo o que faria destruir relações?
Ou tudo que faz as coisas caminharem?
Pare e preste atenção nas suas mentiras.
No que o induz a pensar algo ruim sobre determinada coisa.
No que muitas vezes acaba por lhe prevenir sobre o que se passa.
Mentimos com propósitos, bons ou ruins, que, de uma forma ou outra, acabará por lhe ensinar algo, a evoluir, de uma forma ou outra.
De qualquer maneira, é o que lhe faz abrir os olhos para a realidade. A vida não é um simples conto em que todos alcançam e disseminam a pura verdade. Não irá conseguir mudar. O ser, até certo ponto, e imutável.
Os juízos estão em toda a parte, as mentiras em cada pessoa.
E o mundo segue...
quinta-feira, 5 de março de 2009
Cut the chord
Fiz dela algo que refletiu além do esperado
Muito grato ao inoportuno
Que trouxe ilusão
Insólita e negra ferramenta, que induz à perdição.
Aclarei-me da melhor forma, através do seu sistema.
Aquele que me pertenceu e me arruinou.
Mostre a eles a perfeição, a glória
E desmistifique para os que não sabem o seu significado.
Corte a miraculosa energia que me faz viver.
Não mais me interessa outra conexão
Depois de me apresentarem o que conheci, já não interessa o massificado
Me enoja os meros reflexos, que não vão além disto.
Não existe esforço nisto
Não existe graça no plenamente levado e disseminado.
Principalmente por aqueles que são rasteiros e não se curvam ao raciocínio.
Todos que emitem inescrupulosos comentários
Grotescos e não observadores.
Acomodados e mesquinhos.
Não se encontra o agir, o conseguir.
Não vejo batalha no que lhe abrange, já está tudo pronto.
Premeditado por fundamentações nada convincentes e meticulosamente transposto para terceiros.
Terceiros que através de tais acontecimentos, absorvem o que é de fácil e ridícula compreensão.
Reaja, erga-se para o real proveito.
Encontre e faça acontecer.
Para então, em um momento oportuno, funcionar da forma ocasionalmente planejada.






