segunda-feira, 29 de agosto de 2011

INTRA



Mente aberta.


Livre para acumular, fluir e retribuir.


Estampada de opiniões conflitantes até mesmo no que tem certeza.


Manifestamente feita para simplificar.


Mente que não mente, que não deixa a malevolência influenciar e dela desfrutar.


Construida por princípios tão claros e nítidos, que acabam por fazer com que outros se indaguem a respeito.


Resultado de tristes passagens e de pessoas que marcam. Produto final do que ficara eternamente.


Apesar de consolidada, encontram-se pontos a serem constantemente restaurados e aperfeiçoados. Flagrante nítido da flexibilidade que faz do "ser" algo para o qual devemos separar um lapso temporal com um finalidade específica e aguçante.


Se percebes uma ponta de interesse, porque não separar um tempo para desbravar e, quem sabe, descobrir uma nova mente que irá restaurar alguns "pedaços" daquilo que já pensara estar completamente construido?

quinta-feira, 7 de julho de 2011

Tudo que você sabe está errado!

Negado como anteriormente

Rejeitado como sempre.

Contudo, florescendo da maneira mais desfavorável, como no mais ácido lugar.

Atrito da razão com a emoção.

Compartilhado com pessoas próximas, que são tão perceptíveis quanto imaginara.

Figurando como o único ser presente, percebe-se do quão fora atingido e desmantelado.

Aquela imagem ainda insiste em permanecer no limbo lógico da sua razão.

Incrivelmente alimentada por um lapso que parecera ter sido enjaulado no seu ser.

Periodicamente a dor aparece, sistematicamente sabe-se da sua presença, e de maneira efusiva acaba por anuncia-la para aquilo ou aqueles que normalmente jamais dariam conta a respeito.

Verificado a preponderância da emoção, mesmo que a experiência ensine o oposto.

O irracional atua de maneira livre e límpida, atingindo cada poro do ser, fazendo-o flutuar no ar carregado dos sentimentos devastadores que afugentam a simplicidade daquilo que o faz forte.

Glorificação é o que resta. Percepção de algo que levará para todos os tempos e dimensões.

Pelo menos por hora.

domingo, 12 de junho de 2011

Translúcido

Mistificado.
Incrédulo por sua relevância.
Bombardeado por sua visibilidade.
Pacífico por seu espirito.
Glorifica-se por entender a sí e por não decifrar os demais.
Bastardo.
Por não se por na mesma categoria.
Por não evidenciar o que faz a grande massa.
Por trazer consigo disparidade quanto à lógica presente nas mentes.
Ganjento
Tomando como base as ideias revolucionárias de outrora.
Garantido a tentativa de uma sadia influência sobre mentes límpidas.
Organizando uma logistica que poucos podem perceber.
Tranca-se em um círculo singelo em todos os sentidos, o qual se torna impenetrável nos dias atuais.
Facilidade plena, contudo distante. Não conseguem captá-la.
Em seus flancos observa-se frestas que tentam absorver o maior número de indivíduos possíveis.
O maior número de indivíduos possível não se importa, se cegam. Ignora... ignorANTES.

segunda-feira, 25 de abril de 2011

"Pois eu, em tantas noites quietas, escuto neste mato, neste telhado e neste jardim muitas insólitas coisas: mesmo sem nome nem rosto, elas são reais. Batem asas, sussurram, dão risadinhas divertindo-se com minha incapacidade de enxergar melhor o que não cabe em explicações." Lya Luft

sexta-feira, 8 de abril de 2011

É de difícil compreensão perceber sobre tudo que lhe abrange. Eu tento desmistificar aquilo que me parece ser clichê, mas isto teima por prevalecer. Encontrar você me fez perceber. Visualizar a sua pessoa me desperta algo incomum. Encontrar a realidade me traz tudo a tona. Porque ainda insistir naquilo? É um vício, mas ainda assim é sadio. Inexplicável, contudo prazeroso. Arruinante, mesmo que glorificante. A muito tempo insisto em fortalecer as diferenças entre o real e o imaginário. Mesmo assim, continuo na mesma tentativa vazia de encontrar frutos na árvore que ja secou a muito tempo. A água não se faz presente, os frutos, ainda que podres, insistem em tentar trazer um néctar que fará com que a força ainda prevaleça. Porém, percebe-se que a árvore já não mais existe.

quarta-feira, 9 de março de 2011

Foi inalcançável?

Sentimentalizar sobre tempo passado.
Tentar graduar aquilo que não é mais palpável.
Tentar guardar apenas como se algo bom fosse, mas que ultrapassou o limite do seu querer.
De difícil limitação e necessário como um diapasão.
Não existe um instrumento para tal, mas apenas uma forma de aceitação exordial.
O continuísmo não existirá, e o que restará será apenas algo imaterial, que não se concretizará com o pouco que obtera por breve e única chance.
De algo inimaginável, aparecera como se estivera esperando, mas de maneira menos provável.
A indiscutibilidade a respeito é evidente, a forma como se apresentou, contudo, nem tanto.
Entretanto, observa-se que situações se materializam para que sejam transformadas, e assim mostrando para o próprio ser o quão capaz ele é de absorver e entender que nem tudo deve ser colocado a sua frente da maneira que ele prefere.
A transição do querer para o tornar possível e longa, e deve ser colocada em mente sempre que ela for acionada.
Acionar a mente para que ela transforme o pensamento em ações.
Estas devem ser constantes, assim como o simples ato de se manter vivo.
Viver e agir. Parece ser simples, mas não é para todos.

domingo, 6 de fevereiro de 2011

Muita gente não percebe.
Muito ser humano não sabe o significado.
O que, entretanto, fica claro,
é o sentimento límpido e evidenciado.


© Foto de Vanderlei Almeida/AFP. Uma das fotografias do cachorro que teria passado dois dias deitado ao lado do túmulo de sua dona falecida nas enchentes que arrasaram a Região Serrana do Rio. Teresópolis, 2011.

sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

E todos choravam!

É verdade!
Aqueles que eu achava não chorar, também choram!
Constatação prevista, mesmo que não imaginável.
Somos todos muito parecidos, quando se trata de sermos familia.
Familia nos termos de convivência, confiança e amizade!
Aqueles que sempre se mostraram enclausurados nas suas limitações sentimentais, de uma hora para outra, se rebelaram, e mostraram a face da normalidade daquilo que todos deveriam, do ponto de vista positivo, trasparecer.
Aqueles são envoltos por névoas periódicas que os fazem minimamente deixar evidente a fraquesa clara e plenamente perceptível do ser que somos.
Fraqueza... não quer sempre dizer que seja algo ruim.
Fraquejar muitas vezes diz respeito a não resistir a algo ruim, rompendo com este para mostrar o bom.
Este fraquejar encontra-se no deixar de mostrar o bom para cultivar e declamar o mau.
Muitos não se atinam para tal.
Muitos não clamam pelo resultado, e simplesmente fluem, sem chorar pelo que realmente é válido!
Assim, pelo que presenciei e constatei, concluo que mesmo aqueles que imaginamos não serem possibilitados, tem sim o seu potencial e também o seu valor.
O que enxergamos é apenas um reflexo desfocado do que a essência realmente representa.
Cabe a nós buscarmos visualizar a realidade presente na unidade de cada um, daqueles que pensamos nós realmente valer a pena.

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

Definitivamente.

Compaixão é coisa que se aprende em casa
Costumo dizer que aprender sobre a empatia faz parte da educação. Assim como generosidade, amizade e compaixão.
Eu tinha mais ou menos oito anos: minha mãe e a Teresa, minha irmã, juntavam roupas, lençóis, comida e brinquedos e íamos para a casa do Vicente, passar o dia. Pra mim, e para minhas outras irmãs, pouco mais velhas, era uma festa.
O Vicente era um pedreiro e pintor de paredes que vivia com a mulher e nove filhas num casebre na cidadezinha do interior de Minas, numa rua de terra batida e muitas árvores. Lembro que era uma casa branca por fora e escura por dentro, de cômodos pequenos e com um odor peculiar que até hoje minha memória olfativa mantém guardado.
Lembro que a filha mais velha, a Cida, tinha olhos azuis e tranças compridas muito louras. Ela era doente mental, mas ria e balbuciava palavras enquanto nos abraçava. E lembro de uma das mais novas, a Solange, que eu gostava de fazer de boneca. Havia um bebezinho e todas as outras meninas, cujos nomes se perderam na minha lembrança.
As visitas eram sempre em dias de sol, quando a Teresa nos levava para debaixo de uma mangueira e nos contava histórias de princesas, inventadas na hora. Brincávamos no quintal a tarde inteira, correndo em meio às galinhas e aos cachorros magrinhos e mansos. Lembro da alegria da mulher do Vicente, e dele próprio, que sorriam benevolentes, com um olhar de gratidão quase infantil.
Eu era criança, e mesmo sem entender muito bem as coisas, me comovia com aquilo. Ao fim do dia, quando íamos embora, sentia sempre uma alegria meio triste, que não entendia bem. Precisei de alguns anos para entender que o que eu sentia na hora da despedida era compaixão.
Foi assim que minha mãe nos ensinou sobre a generosidade, enquanto a Teresa falava que a visita era tão importante quanto os donativos, talvez até mais.
Um dia me mudei da cidadezinha, cresci e nunca mais vi aquela família, embora jamais tenha me esquecido daqueles dias que ficaram em minha memória como imagens mágicas, com uma luz dourada de infância.
Eu já estava com mais de trinta anos quando voltei à cidade e, enquanto subia uma ladeira, alguém gritou meu nome. Era um homem velho, de chapéu de palha, sentado sozinho no banco da praça.
-- Vicente! – gritei, como se encontrasse alguém de outro mundo.
E ali, naquele fim de tarde, voltamos àqueles dias tão vivos, enquanto pude rever, nos olhos dele, a mesma gratidão infantil do passado. A mesma gratidão infantil que boiou também nos meus olhos, quando nos reconhecemos amigos que o tempo não afastou.
*fonte: http://www.jblog.com.br/almalavada.php

sábado, 6 de novembro de 2010

Retrato de mais um acontecimento absolutamente ordinário

Contemplou a admiração com o amor.
A beleza com a vontade.
Música com felicidade.
Quando conseguiu, tudo passou entre seus dedos.
Já não mais estava lá tudo aquilo que pensava ser perfeito.
Muito proveitoso foi, tivera alguém que o fez abrir os olhos para mostrar a felicidade novamente.
Ela estava perdida, na grande imensidão da tristeza que teima em predominar desde o início de sua real consciência.
É claro, a falta que o fará, e já faz, abriu um imenso buraco exatamente no lugar onde a felicidade havia se instalado.
Sensação que incomoda a cada pulso de vida.
Contudo, na verdade, poderá estar sendo meramente egoísta com um lado que não o predomina, mas que tem plena consistência.
De qualquer jeito, nada tirará a plena satisfação que ele tinha ao tê-la do seu lado.
Agradece, chora, se alegra e guarda consigo sua essência, sua consciência, sua beleza, sua magnificência.
Apreciou, de certa maneira atrapalhada, cada demonstração que ela o deu sobre a sua pessoa.
Admirou cada traço e cada detalhe.
Adorou o que lhe trouxe, seja da forma que tenha trazido.
Gratidão por momentos que, por mais simples que tenham sido, fizeram-no despertar o que era obscuro, e que, com grande possibilidade, jamais havia aflorado.
Pode parecer demais, pode parecer tolo, não interessa.
Porém, ela sabe que trouxera a plena alegria de um lugar onde, há muito, ninguém havia tocado, ou se quer, ousado modificar.

Another cliche, but it is ok...


terça-feira, 2 de novembro de 2010

Você é assim?


Ultraviolet (Light my way)

"Oh, sugar, don't you cry. Oh, child, wipe the tears from your eyes. You know I need you to be strong And the day it is dark, as the night is long. Feel like trash, you make me feel clean. I'm in the black, can't see or be seen. You bury your treasure where it can't be found But your love is like a secret that's been passed around. There is a silence that comes to a house Where no-one can sleep. I guess it's the price of love; I know it's not cheap. I remember when we could sleep on stones. Now we lie together in whispers and moans. When I was all messed up and I heard opera in my head Your love was a light bulb hanging over my bed. " 

sábado, 30 de outubro de 2010

Isto não é criterioso

Eu prometo esclarecer, fluindo de maneira mais preponderante, a respeito das mais insignificantes ações que se relacionam com a sua inimaginária forma de conseguir a maioria das mais insignificantes mazelas existentes nos seu interior.
Nunca fará com que as melodias, ao seu ver prazerosas, consigam fluir ao relento, determinando e dominando fraquezas do seu ser, flertando com terceiros, matando outros demais.
Muito prazeroso ver e atuar, rasgando o ar da forma mais estapafúrdia, arrancando os corações sombrios de pessoas gélidas que insistem em manifestar pelo mais perverso aroma, o qual, da maneira mais simples, atinge aqueles que são desprovidos da imaginação real do mundo perverso que na verdade não existe.
O que realmente evolui e faz sentido é o olhar flamejante daqueles que estão constantemente guerreando pela paz interna, trazendo como aliados aqueles que captam, pelo mais singelo movimento, humanos com a plena capacidade de se revoltarem pelo trágico movimento antimundano.
Vivendo a clamorosa vastidão daquilo que lhe foi dado, será de fácil percepção tudo que fora ignorado e trazido consigo, e tudo aquilo que arrancastes do infinito.
Não estava nem mesmo perto de uma mera tentativa de fazer ou constituir os pensamentos cretinos que dominam as transmissões sinapticas realizadas nos dias de hoje.
Equivalendo às demasiadas formas de interpretação do que não mais está ao seu redor, encontra-se mundos íntimos que chegam a formar um universo social, o qual aplicam-se princípios clamorosos que pulverizam, por demais, mundos terceirizados que se incompatibilizam com aqueles que acabam por o atingir.
Infimamente, os seres captam todas as sinapses, trazendo consigo uma singela forma de concretizar a solução para aquilo que transparece nos demais, formando e transformando tudo que faz uma mera interação parecer a mais extensa forma de consubstanciar uma forma de relação com outra, por mais complexa que ela possa parecer.O parecer e transparecer se chocam de frente.
O parecer não existe frente ao que pode transparecer. Hoje, é clara a tentativa desenfreante de todos modificarem o que parecem para mostrar e refletir a incessante e massiva mentira que assola grande parte das sociedades existentes nesta imensidão mundana.
Sociedades que, a cada dia que se passa, mostram divisões extremas em relação àqueles que as compõem. Obviamente que esta composição fora ininterruptamente irrigada por princípios que datam desde o início das primeiras tentativas da formação de uma real comunidade que buscava um determinado fim. De qualquer forma, desde o inicio, elas já estavam antecipadamente condenadas a propagar o que, hoje em dia, é considerado bom ou ruim, para o ser ou para o conjunto de todas essas sociedades, mais conhecidas como a humanidade.
Grande humanidade, grandes indivíduos, grande mundo. O conjunto em si é autodestrutivo, rumando ao grande dia em que nada pensado ou nada criado fará qualquer sentido. Será nada mais do que algo meramente ocorrido em determinado tempo, em determinado lugar, por um certo indivíduo. Não sobrará nada, nem mesmo as invenções mais poderosas, seja ela física ou intelectual, seja uma escultura ou uma idéia mirabulosa.
A humanidade trabalha para o presente, não faria sentido trabalhar para o futuro. Tratamos aqui do tempo em escala geológica, ou seja, aquele tempo quase infinito, aquele que não percebemos o passar, e que, na verdade, nunca saberemos se será mesmo algo que um dia acabará, ou se será algo que vai além do que as sinapses neurológicas consigam, um dia, mudar de um simples pensamento para algo que poderia nos explicar, metodicamente e empiricamente, e ate mesmo de forma subliminar, sobre tudo que ate hoje fora intensamente “martelado” nas mentes mais superiores, mas que ainda não fora desenvolvida a ponto de revolucionar qualquer imaginação em tal sentido.
Este sim é o inconcluso, o que não podemos se quer dizer algo a respeito. Não há qualquer forma de manifestação que possa, de algum jeito, explicar o que existe unicamente nas mentes daqueles que aplicam vivência ao macro físico. Esta é uma combinação bizarra que para uma minoria faz o maior dos sentidos, aplicando a cada evento conhecimentos e princípios intra ao mega extra.
Extra preponderantemente e absurdamente alucinante, abrangente da forma mais bizarra. Continuadamente alvo de argumentações e preposições que obviamente, na grande maioria das vezes, não encontram bases cientificas para arcar com uma colocação minimamente decente que cause, por parte das pessoas, pensamentos concretos e satisfatórios.
De qualquer forma a completa satisfação, seja ela qual for, será algo inalcançável. Caso ela fosse plenamente palpável, as aspirações e o constante almejar que movem todos fariam com que não mais existisse qualquer ambição e assim não mais haveria sentido no viver de cada dia, de cada ser pensante, ou simplesmente de um mero seguidor de instintos.

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

Dancing with myself

Já que nao tem a quem recorrer, ingore os demais e vá por si mesmo!
Sentindo sem imaginar o que os outros podem pensar.
Deixando para lá qualquer vibração que possa modificar o que você quer para aquele momento, deixando transparecer as suas necessidades e sua vontade.
Costumo imaginar as coisas sem que os outros imaginem.
Fechar as portas da importância alheia.
Se dividir e pensar que naquele momento só você importa, e nada mais fará que isso possa mudar.
Se dividir e depois sentir que está livre da pressão que o contagia.
Conseguir ter o poder de se desligar, e fazer com que nada mais importe, a não ser você.
Privilegiados aqueles que conseguem.
O que era para ser a coisa mais estúpida do mundo, não existe para a IMENSA maioria.
As vezes melhor ser estúpido, impedindo que o raciocinio lógico destrua certos instintos que todos nós haveriamos de ter.
Complicado é dançar consigo mesmo.

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

Eu sou...
consequência de você, de quem eu odeio e de quem admiro, por mais que não o admirem.
Conheco lugares e pessoas que, agora, também são um pouco de mim, ou até mesmo muito, sem que eu tenha a mínima noção.
Por um mero acaso descubro este fato.
Por andar por ai e descobrir, numa mera eventualidade, que eu me encontro em outros lugares.
As vezes o EU que encontro já nao é mais o EU atual.
E muitas vezes o EU que encontrarei será o EU que ainda nao sou.
E eu encontrarei isso em quem ainda nao conheço.
Eu me travo na constante batalha de encontrar o que sou no que o mundo me mostra.
O mundo de vários Eu's e Você's.
Você's que na grande maioria das vezes não tem noção de que são pedaços de quem, um dia, nao era mais do que um princípio de criatura sem qualquer fragmento racional.
Sim, você foi inicialmente construido, nao era só o seu EU. O Eu sempre começa a sua construção por vários você's.
O EU tem perspectiva de se libertar futuramente, sair da casca dos você's, mas são raros os que não trazem qualquer fragmento alheio.
Não é uma crítica, somos inerentes aos fragmentos que trazemos, mas cabe ao EU, a medida que sua lógica vai se tornando evidente, distribir o você's, investindo-o ou até mesmo eliminando-o.
Não observo isto na grande massa, mesmo porque nem todos podem se conscientizar a respeito, não sao tantos que alcançam tal condição.
O motivo? Desconheço.

quinta-feira, 29 de julho de 2010

Momento alheio

Simplificar para que?

Se as pessoas estão sistematicamente acostumadas com o dificultar?

Entre em sintonia com os problemas, não tente compreende-los.

Afaste-se da resolução facil, entre na rotina do "burocratizar".

Encaminhe os fatos para o caminho mais longo,

tente nao compreender ...

Esqueça o fácil, absorva as neuras alheias.

Aplique-as à sua vida, e seja mais um.

Difícil compreender, fácil ignorar.

Eu, mais que ninguém, sei.

quarta-feira, 9 de junho de 2010

"Os médicos comprovaram que tudo que eu como é um veneno mortal e tudo que eu não como é comprovadamente indispensável à vida. Mas assim mesmo eu sigo vivendo."
George Bernard Shaw

terça-feira, 8 de junho de 2010

Anoitecer


e ao anoitecer adquires nome de ilha ou de vulcão
deixas viver sobre a pele uma criança de lume
e na fria lava da noite ensinas ao corpo a paciência o amor o abandono das palavras
o silêncio e a difícil arte da melancolia


Poema: Al Berto

Fotografia: José Lara

quinta-feira, 3 de junho de 2010

Amours (quel dommage...)

"Amour, mon père
et je ne sais pas comment
Amour, ma mère
et tous ces sentiments
Amour, mon frère
et ma sœur évidement
Amour, serait-ce un jeu
d'enfants à crier tout'l temps ?
Amour, de longue date
qui s'étend, qui s'étend
Amour, avec un grand A
c'est long, c'est long, c'est long"...
Gaëtan Roussel

Enquanto eu lia o livro

Enquanto eu lia o livro, a famosa biografia;
- Então é isso (eu me perguntava)
o que o autor chama a vida de um homem?
E é assim que alguém, quando morto e ausente eu estiver,
irá escrever sobre a minha vida?
(Como se alguém realmente soubesse
de minha vida um nada,
quando até eu, eu mesmo, tantas vezes
sinto que pouco sei ou nada sei
da verdadeira vida que é a minha;
somente uns poucos traços
apagados, uns dados espalhados
e uns desvios, que eu busco
para uso próprio, marcando o caminho
daqui a fora.)
(Walt Whitman)
(tradução José Paulo Reis)

terça-feira, 1 de junho de 2010

Cornerstone

I thought I saw you in The Battleship
but it was only a look alike
She was nothing but a vision trick
under the warning light
She was close,
close enough to be your ghost
But my chances turned to toast
when I asked her if I could call her your name

I saw your sister in The Cornerstone
on the phone to the middle man
When I saw that she was on her own
I thought she might understand
She was close,
well you couldn't get much closer
She said "I'm really not supposed to but yes, you can call me anything you want"
Alex Turner

sexta-feira, 28 de maio de 2010

A real percepção!
Ninguém consegue percebê-la.
Percebe-se, já que não lhe interessa.
Difícil encontrá-los.
Aqueles que podem, aqueles que compreendem, aqueles que instigam e que cada vez mais são ou acabam por serem imperceptíveis.
Praticamente impossível revelá-los.
Os encontrarão espalhados, como animais em extinção, em vasta área de povoamento.
São aqueles que valem a pena compartilhar palavras de plena sabedoria e pensamentos ultra magníficos, daqueles que construímos num não cessar esplendoroso, que cansa por tamanha vontade de não parar de refletir.
Por tamanha magnitude ocorre a incompreensão por terceiros que, se quer, iniciam um lapso de uma mera tentativa de absorção.
Plenamente compreensivo, completamente aceito, frustrantemente comum.
Complicado por definição. É algo com a qual me faz revelar o desgosto por muitos.
Chateado outrora, sagaz por agora.
Incômodo antes, aceito no momento.
É por demais mesquinho. Vivendo e aprendendo, infelizmente.
A tentativa ficará no quase, mas alguma coisa haverei de modificar, sendo na própria mente, sendo no observador.
Parabéns mundo, por fazer da raça um oceano de vazio, com pequenos diamantes escondidos embaixo da areia que teima em escondê-los.

Demasiadamente...

Penso,
Pensam muito, pensam pouco, pensam com preguiça, pensam porque gostam.
A partir do que você pensa? O que faz pensar?
Cada um pensa algo.
Mas o que é este algo?
Necessário desgastar para chegar a uma conclusão?
O algo já é a conclusão que você pensa, para outros.
Outros concluem o seu pensamento.
Todos chegam ao final, porém o final não é o mesmo para todos.
Todos necessitam de algo.
Algo faz agir.
Algo age
Algo determina.
Algo conclui.
Algo é você.
Algo sou eu.
Pensam sobre você.
Pensam sobre mim.
Pensam estar fazendo.
Pensam chegar ao fim.
Agem para finalizar.
Agem a seu favor.
Agem pensando sobre algo.
Algo me faz pensar sobre o mundo.
O mundo pensa em agir.
Só pensa ou age?
Age muito e pensa muito.
Melhor agir ou pensar.
Melhor pensar e agir, ou agir sem pensar?
Agir pouco e pensar muito. É uma conclusão lógica?
Lógico é raciocínio.
Raciocínio é pensar com lógica.
Louco...
Louco pensa muito ou simplesmente não pensa, só age.
Somos todos LOUCOS!
Pensando bem, nem todos, mas grande parte... blá blá blá....

sexta-feira, 8 de janeiro de 2010

Em vão...


Saber sem conhecer!
Você sabe?
Você se interessa?
Eu não compreendo, vocês não importam, nós não concordamos.
Muito a ser esclarecido.
Muito a ser prestado.
Muito a ser definido.
Verdades a serem ditas.
Mentiras a serem contadas.
Discernimento não absorvido.
Evidencias obscuras pela névoa da impunidade.
Claudicantes são os passos seguidos pelas pessoas envolvidas.
Ela se quer tentam compreender o porque.
Compreensão exige atenção mínima. Esta exige desprendimento. Este exige tempo. Este não pode ser desperdiçado atualmente.
Engloba-se tudo numa bolha de nada. De conteúdo extremamente vago que se quer percebemos.
Futuramente... no presente, penso no passado.
Entenderei o que penso, quando tiver raciocinado.
Não mais fará sentido.
Exigibilidade não mais cabível. Sentido transposto à sua vontade.
Magnitude perplexa por tudo que produzimos.
Por tudo que hoje é verdadeiro e “correto”.
Sim, correto hoje já não é mais certo, como o errado não é horripilante.
Horrível pensar isso! (?).
O certo é pensar nisso!
O certo é unicamente pensar, de forma racional, e não meramente pelo ato em si!
É necessário conteúdo, em tudo que se faz prezar.
Resistência é o que há. Nem todos temos essa qualidade, tão clamada por muitos.
Porém, como tudo, há quem discorde. Eu discordo e concordo!
Relatividade... tudo é relativo, segundo o clichê!
Nada mais verdadeiro... se for raciocinado.
Tudo se encaixa de acordo com as situações. Tudo pode ser cabível dependendo do que estiver se passando. Tudo pode ser nada, dependendo das ações. Nada pode ser plenamente cabível. Tudo é cabível? Cabe?
Claro que sim, claro que não. Relativo...
De qualquer maneira este é o mundo que vivemos, segundo cantam por ai!
Às vezes eu estava errado. Alias, com certeza eu estava errado.
O erro é um grande acerto na verdade, genericamente.
Genericamente tudo é válido, até a pior coisa que se passou na sua vida (outro clichê).
Através de tais suposições, percebemos a subjetividade de tudo que é concreto e que, na prática, seria incontestável.
Chega-se ao ponto inicial, por tudo que se passa nas nossas cabeças. Ponto inicial. Mais a ser discutido, mais a ser girado e, por uma vez mais, tenta-se concluir o inconcluso.

segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

"... A essencia seria esta: neste ano, eu vou pensar. Em mim, na vida, nos outros, no mundo, em mil coisas ou numa coisa só - que seja realmente importante. Pensar para ser uma pessoa mais decente; pensar para amar mais e melhor, começando por mim mesmo; pensar para votar com mais lucidez; pensar no que de verdade eu quero, se é que eu quero alguma coisa - ou sou do tipo que se deixa levar pro desânimo, preguiça ou desencanto? Pensar simplesmente para criar meu mundo particular, nao num ataque de loucura, mas de criatividade. Pois o real nao existe, existe o que vemos dele. Dentro de certos limites, podemos, cada um de nós, inventar o nosso mundo: sendo mais céticos ou mais otimistas, com aquele grãozinho de loucura necessário para que haja beleza e claridade e nao vivamos numa caverna de trevas."
Lya Luft - Revista Veja nº1 Ano 43 pg.21

segunda-feira, 12 de outubro de 2009

De repente... qual o motivo?

Clarividência imune a percepções incontestáveis.
Desobstrução de visão ampla e previsível.
Conflito entre óbvio e agradável.
Mistura convincente e periodicamente esperável.
Muito a discutir e evidenciar.
Nada a convencer ou brigar.
Influência amarga e doce do passado presente e não mais por aqui.
Mudança cada vez mais próxima de algo que pretende-se não mais alimentar.
Força ainda presente, mas prestes a dissipar.
É o que se espera, é o que traduz o espírito calejado por vivência.
Ainda há muito por vir, e muito a ser alvejado.
Nada é o que se pensa, nada é o que é!
Figuração constante, presença disposta quando há vontade, força interna ainda na tentativa.
Muito a concluir, muito a agir, muito a propagar.
Encontrando figuras dispostas a qualquer coisa, literalmente.
Raciocínio ligado a AÇÔES, HISTÓRIA e principalmente a VOCÊ.
Há por demais, e por menos, de acordo com o ponto de vista.
Disritmia que move de maneira claudicante.
Por mais que se faça, o mínimo é o resultado!
Contudo, de mínimo é que se chega ao máximo.
Obviedade esdrúxula.
Porém nada mais verdadeiro.
Clichê bizarro, que alguns tentam destruir, mas nunca conseguem.
Pelo bem e pelo mal.

quarta-feira, 12 de agosto de 2009

Cansei de tanto procurar
Cansei de não achar
Cansei de tanto encontrar
Cansei de me perder
Hoje eu quero somente esquecer
Quero o corpo sem qualquer querer
Tenhos os olhos tão cansados de te ver
Na memória, no sonho e em vão
Não sei pra onde vou
Não sei
Se vou ou vou ficar
Pensei, não quero mais pensar
Cansei de esperar
Agora nem sei mais o que querer
E a noite não tarda a nascer
Descansa coração e bate em paz
Nara Leão

sexta-feira, 10 de julho de 2009

Your Personality Is Like Cocaine

"You're dynamic, brilliant, and alluring to those who don't
know you.
Hyper and full of energy, you're usually the last one to
leave a party.
Sometimes your sharp mind gets the better of you...
you're a bit paranoid!
At your best: You're confident, euphoric, and feel like
you're on top of the world.
What people like about being around you: You're intense
and overpowering.
What people dislike about being around you: You can be
arrogant... and a bit of a jerk.
How addicted people get to you: Incredibly addictive. And
hanging around with you isn't cheap!"
*Unknow Author

quarta-feira, 8 de julho de 2009

Segundo a minha pessoa, a música...

É como se fosse algo impossível,
alias, é possível, mas de diferente forma,
que não unicamente transmitir por palavras, mas transpor a isso.
É o motivo de existir a música.
Muito acham aquelas frases sem sentido, pelo menos para quem tentando decifrar algo.
Sim... sem sentido para quem não estava enclausurada nos sentidos de quem a escreveu.
Para quem não obtém qualquer percepção sobre o autor, ou simplesmente para os insensíveis .
Independente disso, é uma forma de interpretação.
A musicalidade poderá ajudar, e de fato ajudará para quem percebe.
A genialidade, a doação do seu sentido, o completo transparecer do que se passa.
Para quem pode e consegue é algo magnífico.
Seria como a tentativa de comunicação perfeita,
sincronia de audição e raciocínio.
Soa como o encaixe entre peças plenamente moldadas uma para a outra.
União de prazer e capacidade,
sentimento e compreensão.
Demonstração de sincronismo entre diferentes percepções.

quarta-feira, 1 de julho de 2009

Trilha de Contradições

“Mas cadê tempo e disposição, se o tumulto bate à nossa porta, os desastres se acumulam – a crise e as crises, pouca trégua e nenhuma misericórdia. Angustias da nossa contraditória cultura: nunca cozinhar foi tão chique, nunca houve tantas delicias, mas comer é proibido, pois engorda ou aumenta o colesterol. Nunca se falou tanto em sexo, mas estamos desinteressados, exaustos demais, com medo de doenças. O jeito seria parar e refletir, reformular algumas coisas, deletar outras – criar novas, também. Mas, nessa corrida, parar para pensar é um luxo, um susto, uma excentricidade, quando devia ser coisa cotidiana como o café e o pão,. Para alguns, a maioria talvez, refletir dá melancolia, ficar quieto é como estar doente, e incomodo, é chato: “Parar para pensar? Nem pensar”. Se fizer isso eu desmorono”. Para que questionar a desordem e os males todos, para que sair da rotina e querer descobrir um sentido para a vida. Até mesmo curtir o belo e o bom, que talvez existam? Pois, se for ilusão, a gente perdeu um precioso tempo com essa bobajada, e aí o ônibus passou, o bar fechou, a festa acabou, a mulher fugiu, o marido se matou, o filho... nem falar.”

Lya Luft
Trecho - Revista Veja 1º Julho 2009 pg. 26

quinta-feira, 4 de junho de 2009

É?

Eu só nao sei mais.
Nada do aconteceu.
Nada do que acontecera.
Pessoas que passam.
Pessoas que aparecem.
Tudo vai... passa... fica na memoria.
Esta que falha, esta que mata, esta que suga.
Muito do que aparece é, parece, mas desintegra.
Verdade que enlouquece.
Mentira que ilude.
Atos que ferem.
Musica que lembra.
Sentidos que transpõem.
Pensamentos que iludem.
Ilusão desonesta.
Mundo ridículo.
Mundo real, que ensina?
Sim. Amam ou odeiam, aos extremos.
Extremo ridículo.
Ridículo radical
Quem é levado por emoções que nao ajudam.
Ajuda quem é, ou melhor, quem tem um mínimo de discernimento.
Discernimento? Muitos sabem disso?
É o que todos deveriam ter.! (?)
Aí não seria este mundo.
Caracteristico por existir o que criticam e o que admiram.
É o que é!
E, pelo menos, é o que continuará a ser!

sexta-feira, 22 de maio de 2009


“Music is a moral law. It gives soul to the universe, wings to the mind, flight to the imagination, and charm and gaiety to life and to everything.” - Plato

domingo, 17 de maio de 2009


"I love the relationship that anyone has with music: because there’s something in us that is beyond the reach of words, something that eludes and defies our best attempts to spit it out. It’s the best part of us, probably, the richest and strangest part...."

Nick Hornby, Songbook

sábado, 16 de maio de 2009

Carta para os mundos

Acostumado com tudo que se passa em você?
É demasiadamente ridículo o que tem observado?
Muita coisa que parece ser demais, na verdade é normal.
È apenas resultado de um conjunto de ações que, a partir de um sistema, teve como resultado algo que, se analisado de forma restrita, parece realmente ser exagerado.
Na verdade tudo tem a sua explicação, a principio.
Muito se ouve durante a nossa historia particular, muito se aplica, assim como muito é deixado de lado, sem qualquer valorização.
E é justamente as que não foram valoradas que mereceriam uma melhor análise, seja ela positiva ou não.
A partir dela nos definimos,
A partir dela definimos o próximo.
Logo, depositamos uma maior confiabilidade nas ações, na personalidade e em tudo que faz o seu “conselheiro”.
Claro meu mundo, eu te construo!
As perspectivas são criadas a partir de você mesmo!
O julgamento dos acontecimentos são apresentados através do filtro que tem!
O seu valor é exposto pelo seu discernimento.
Claro que muitos não conseguem expor o seu mundo da forma ideal.
Às vezes por pensar que isso não é o ideal, ou que não tem qualquer fundamento.
Desta forma mundos acabam sendo criados, e aqui estamos nós para podermos desvendá-los, nos surpreendendo, e nos fazendo felizes, ou, em grande freqüência, nos fazendo tristes também.
A tentativa de desvendar mundos particulares é algo que deveríamos nos acostumar, isso faz compreender os outros e facilitar o relacionamento, seja ele qual for!
É o simplificar de tudo, é a compreensão e a não disseminação de conflitos nos respectivos mundos.
Mundos particulares, mundos expostos, mundos secretos, mundos obscuros, submundos.
Todos temos, todos demonstram, todos escondem todos! Todos mostram todos. Conveniência sempre, é o que importa para os seus mundos!
Deveria ser assim?

domingo, 5 de abril de 2009

Seen live




Green Day
Metallica
Foo Fighters
REM (x2)
Beck
Deep Purple

Sepultura
Hellacopters
Lag Wagon
Shelter
Garotos Podres
Ratos de Porão
Nine Inch Nails
Flaming Lips
New Order
Soul Asylum
Live
Iggy Pop and The Stooges
The Cardigans
Fantomas
Gang Of Four
Marky Ramone and the Intruders
Mudhoney
Asian Dub Foundation
Interpol
Julliete and the Licks
Bjork
Arctic Monkeys
Hot Chip
The Killers (x2)
Lemonheads
Nação Zumbi
Cachorro Grande
Sonic Youth
LCD Soundsystem
Radiohead
Kraftwerk
Oasis
Faith no More
Placebo
Wander Wildner
Muse
U2
Pearl Jam
Morrissey

domingo, 29 de março de 2009

Dégât!

Do discrepante delimitar, delineei, docemente, duas desistências.
Dessas duas, decresci, decentemente, dúvidas do discernimento dado.
Dentro disso, DRAMAtizei, dosadamente, dolorosas dúvidas diversificadas.
Distraído, desviei, dinamicamente, da detestável dualidade.
Despachei, dinamicamente, DRAMA destrutivo.
Despedida desesperada.
Drástico DRAMA.
Despi-me, demonstrando dualidade d’alma.
Despertei-me dentro do descomunal desconforto.
Desarmado, desanimei dos decorrentes delírios.
Dura dor, duradoura.
Diversificarei-me daquilo demonstrado.
Dirija-me dicas discrepantes!
DRAMÁticas dúvidas duradouras, demasiadamente dúbias.

Oh shit!

Claro que não será possível!
Things are still floating.
Consegui fazer isto!
But those things are still there.
Isto já é um resultado.
I’m trying to work this idea.
Nada é fácil no campo pessoal.
And I can fell it!
As respostas ainda não aparecem
‘Cause I know they need more time.
De qualquer maneira, confortado estou.
But I would like to go with her!
Eu só vou vê-la!
Never feel again.
Esta percepção, unicamente, não é hoje satisfatória.
It needs a combination of feelings.
Contudo, foi o que aconteceu.
And I will just see her!

sábado, 28 de março de 2009

I cannot fell

Minha garota, me diga tudo sobre você!
Faça-me senti-la da forma mais profunda possível!
Ajude-me a entendê-la e a fazê-la feliz!
Vê-la de tal maneira me fará gracioso!
Serei capaz de tudo com o seu sentimento endereçado a minha pessoa.
Seria de fácil entendimento para os demais, se soubessem o quanto és magnífica!
Você me faz feliz, me faz sentir da melhor forma nas piores situações.
Para tudo haverá luz, e a motivação estará sempre presente!
Procure me perceber e verás o bem que faz.
Mudastes uma pessoa, repare na revolução!
Tenha certeza sobre sua capacidade, você conseguiu!
Minha garota, onde esta você?
Minha garota, não vejo mais nada!
Minha garota, não viva apenas na memória, nos sonhos!
Minha garota! Seja real!

quinta-feira, 19 de março de 2009

A partir de um mero perfume...

A cada percepção, uma memória.
Seja de quem já foi, de quem esta perto, ou mesmo de quem não te quer.
É absolutamente injusto, não há como escolher o que lhe vem em mente.
Uma vez feliz, outra vez pensativo, logo, triste.
Faz te remeter a momentos de tristeza.
O que acaba por entregar o que se passa com a sua pessoa.
Assim todos perguntam, comentam e percebem.
Você não esta legal!
Ou mesmo, voce sempre foi assim!
É... sempre...
Algumas ações, por menos demonstrativas que sejam, lhe entregam.
Você tenta se esquivar, mas, por enquanto, não conseguiu.
Não se preocupe, cabe aos demais te entender também.
“Cada um com o seu cada um”
O próximo “um” precisa ser diferente.
De forma a interpretá-lo da melhor maneira.
Complicado sempre foi, todos são complicados.
A intenção deve prevalecer a tudo, e, logo, a ação sobre ela.
Ficar unicamente no querer não será valido.
Pessoas valem a pena.
Só não seja difícil com o outro, e, principalmente com você!
Não ser difícil é difícil.
Com a sua pessoa, então, nem comente!
Constatação própria.

sábado, 14 de março de 2009

Tudo acontece por um ato praticado por alguém!
Tudo acontece para uma finalidade???
Esta finalidade é previsível?
De repende, do nada, o que era previsível já não é mais!
O que faz com o que era certo já não ser?
O imprevisto passa a ser, então, previsto.
Porque então contar com o previsto?
Não podemos nem mesmo contar com o que é certo!
É mais fácil contar com o que pode dar errado!
Ai sim!!! Não nos decepcionamos com o que previsível!

She doesn't know

Ela está sempre feliz, por isso o fato de sempre procura-la.
Incessantemente procuro saber suas noticias.
E, por mais que algo tenha dado errado, o sorriso sempre está a acompanhá-la.
É extremamente prazeroso ouvir suas maravilhosas gargalhadas.
Tento fazer delas algo que me anime quando estou num momento não muito bom.
Quando a encontro, parece que todos estão contagiados pela sua radiante forma de levar a vida.
Contudo, tenho certeza que se disser a ela a maneira que a vejo, uma critica irei ouvir.
Ela também é uma de nós, e não admitirá minha constatação.
Sei que ouvirei que as coisas não estão boas com ela, e que, como qualquer um, espera, sempre, por algo muito melhor.
De qualquer maneira, a observação é plenamente válida.
Muitos perguntam sobre o que nos passa,
O que posso responder, por mim, é que realmente a adoro, e acho que ela não tem a percepção do quão.
É verdade, hesito sobre esta ação. Muitas vezes. Mas não sempre.
Preciso transpor esta barreira com relação a ela, ainda não sei o porquê de não ter dito.
As vezes oportunidade. Prefiro uma ocasião, uma vez que constatei que não posso mais fazer isso de tal forma quanto anteriormente era feito.
Não pelos outros, mas por mim.
Contudo, creio que, me manifestando a ela, o resultado será de mutuo proveito e alegria.

sexta-feira, 13 de março de 2009

In Dreams

"A candy-colored clown they call the sandman
Tiptoes to my room every night
Just to sprinkle stardust and to whisper
"Go to sleep. Everything is all right."
I close my eyes, Then I drift away
Into the magic night. I softly say
A silent prayerLike dreamers do.
Then I fall asleep to dream My dreams of you.
In dreams I walk with you.
In dreams I talk to you.
In dreams you're mine. All of the time we're together
In dreams, In dreams.
But just before the dawn, I awake and find you gone.
I can't help it, I can't help it, if I cry.
I remember that you said goodbye.
It's too bad that all these things, Can only happen in my dreams
Only in dreams In beautiful dreams."
Roy Orbison

domingo, 8 de março de 2009

... e assim vai... do jeito que realmente é!?

Confabular pretendendo arruinar.
Juízos da falso valor.
Mentira.
Tudo o que faria destruir relações?
Ou tudo que faz as coisas caminharem?
Pare e preste atenção nas suas mentiras.
No que o induz a pensar algo ruim sobre determinada coisa.
No que muitas vezes acaba por lhe prevenir sobre o que se passa.
Mentimos com propósitos, bons ou ruins, que, de uma forma ou outra, acabará por lhe ensinar algo, a evoluir, de uma forma ou outra.
De qualquer maneira, é o que lhe faz abrir os olhos para a realidade. A vida não é um simples conto em que todos alcançam e disseminam a pura verdade. Não irá conseguir mudar. O ser, até certo ponto, e imutável.
Os juízos estão em toda a parte, as mentiras em cada pessoa.
E o mundo segue...
"Really think I better get a hold of myself
Don't wanna let the night get ahead of myself
Whisperin' her love through a smoke ring smile
She doesn't know what happens when she's around

I think I'm in love
But it makes me kinda nervous to say so."
Beck - Think I'm in love

quinta-feira, 5 de março de 2009

Cut the chord

Recebi a sua luz
Fiz dela algo que refletiu além do esperado
Muito grato ao inoportuno
Que trouxe ilusão
Insólita e negra ferramenta, que induz à perdição.
Aclarei-me da melhor forma, através do seu sistema.
Aquele que me pertenceu e me arruinou.
Mostre a eles a perfeição, a glória
E desmistifique para os que não sabem o seu significado.
Corte a miraculosa energia que me faz viver.
Não mais me interessa outra conexão
Depois de me apresentarem o que conheci, já não interessa o massificado
Me enoja os meros reflexos, que não vão além disto.
Não existe esforço nisto
Não existe graça no plenamente levado e disseminado.
Principalmente por aqueles que são rasteiros e não se curvam ao raciocínio.
Todos que emitem inescrupulosos comentários
Grotescos e não observadores.
Acomodados e mesquinhos.
Não se encontra o agir, o conseguir.
Não vejo batalha no que lhe abrange, já está tudo pronto.
Premeditado por fundamentações nada convincentes e meticulosamente transposto para terceiros.
Terceiros que através de tais acontecimentos, absorvem o que é de fácil e ridícula compreensão.
Reaja, erga-se para o real proveito.
Encontre e faça acontecer.
Para então, em um momento oportuno, funcionar da forma ocasionalmente planejada.

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009


Viva!De qualquer forma... viver... só por isso... exista... faça algo diferente... tente algo fora do seu comum, o que não seja ordinário, experimente sensações não percebidas anteriormente, tudo fará sentido, o rotineiro será ridículo, sinta isso, o que esta acostumado te faz alguém, seja outro, diga palavras que não diria, se for doce demais, seja um pouco acido, grosso, ate mesmo ridículo, é!! Isso!!! Muita gente é! Seja por um momento então. Desprenderá de um certo conformismo que temos com relação à nossa pessoa. Cretinos também são bons em certos momentos. Aja, de forma incisiva, tentando adquirir e visualizar reações em outras pessoas. Experiências em todos os sentidos valem a pena. Obviamente de forma racional. Nem precisaria falar. De qualquer forma é vivendo e aprendendo, como diria o clichê. Sim... tentam fugir de clichês, mas eles estão ai porque realmente existem. E quem não quer viver de clichês, também tem que tentar, será outra forma de experimentar. É de fácil percepção que essas mudanças não são “coisas” que podemos fazer de um dia para outro, pelo menos, pessoalmente não consigo agregar tais mudanças de maneira tão repentina. A essência é de difícil transformação. Mas atos esporádicos não necessitam de tempo. A partir deles, e de uma constância, é que se iniciará algo, revoluções e/ou grandes mudanças, não somente no campo pessoal, mas em tudo que abrange o ser.
Viva Ser. Tente Ser. Aja Ser.

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009

... e assim vai... da pior forma...

Coisas me direcionam para determinadas pessoas.
Você é o meu caminho.
Por enquanto não consigo ver nada.
É só a mesma admiração de sempre.
Estou embasbacado com o que tem acontecido.
Ainda persiste por me matar.
Por quê? Ainda estou com você?
Não. Ainda que continue a desejar. Desejo.
É mais doloroso que imaginava.
Está incessante. Esta massacrante. É o pior que me ocorreu.
Tempo, me mostre o melhor, não consigo achar.
Ainda confio em você.
Me ajudou em muitas oportunidades. Só você.
Deixe-me seguir, me aponte algo.
Necessito, desta vez, com urgência.
Sei que pode não ser o ideal, mas, desta vez, creio que sim.
Me compreenderia se estivesse no meu lugar.
Posso estar pedindo demais?
Sempre penso que peço demais, mas, por enquanto, tive o de menos.
Egoísmo? Até certo ponto. Mas sou HUMANO.
É o motivo de estar pedindo.
Às vezes melhor não ser humano. Desprezar.
Fingir, ignorar, não demonstrar.
Mas, ainda não consigo.
Ainda é demais para mim.
Demais que pode nunca acontecer para mim.
Sem extremos para o que ainda consigo controlar em mim.
Extremos para o que não consigo controlar.
Exatamente do jeito que não gostaria.
Nunca satisfeito? Ate certo ponto, e também neste momento.

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009

Lampejos

Ali, naquele lugar...
Muita coisa se passou,
Poderiam as coisas inanimadas contar, delatar, especificar.
Compartilhar momentos.
Dividir conhecimentos.
Conhecimentos? Coisas inanimadas?
Delírio, mas, se tivesse um mínimo de racionalidade, seria ótimo.
“Perderia” muito tempo com isso.
Incrivelmente maravilhoso o compartilhar de informações.
Melhor ainda com quem você queira compartilhar, também, momentos.
Momentos que os inanimados estão presentes.
Fazem parte da circunstância.
Está ali você, o objeto, mas não o terceiro.
Mas ajuda a memorar de forma magnífica o passado maravilhoso.
Não quero, por demais, memorar.
Não gosto, por demais, de sofrer.
Quero, por demais, vivência, ensinamentos, pessoas.
Pessoas que necessito, tenho abstinência, não consigo viver sem.
Massiva avalanche de querer, tocar, observar.
Porque tudo isso? São todos assim?
Não. Por constatação própria.
Por que não? É ótimo!
Só não é melhor, porque nem todos são dignos deste querer.
Mesmo assim, há quem ache que sim.
Cada um com seu cada um?

domingo, 15 de fevereiro de 2009

Imperfeita perfeição

Costumava ter plena convicção sobre suas coisas
Sempre encarava as situações das melhores maneiras possíveis
Tinha uma vida normal, e isto incluía todos os problemas que a normalidade nos trás.
Aparentemente nada de mais ao fazerem conclusões a respeito de sua pessoa.
Até que um dia, sem que percebesse, a viram chorar.
Chorar de maneira incessante, de forma exagerada.
Se não a conhecessem, diriam que a pior coisa do mundo havia ocorrido com ela.
Mas, sempre há alguém na sua vida que entende e enxerga plenamente a essência.
Sabe o porquê de todas as suas atitudes. E, neste dia, sabiam exatamente o porquê de todo aquele pranto.
Apesar de não demonstrar, a tristeza era peculiar no seu olhar, no seu sorriso, e no seu modo de falar.
Outros confundem tais aspectos meramente como uma característica de desconforto passado por ela, que é, em total desacordo, uma pessoa amável eu instigante.
Quem melhor para poder entendê-la? Para apreciá-la?
Possivelmente ela poderá passar por esta vida sem que ninguém possa aproveitá-la no melhor de suas características, na plenitude de sua sabedoria, no conforto do amor que ela sempre esteve pronta para distribuir.
Sim, nem todos tem o que merecem, mas ela merecia, e não era pouco, era tudo.
Muitas vezes penso que o tudo que ela poderia ter possa ter se perdido nas poucas características que a não fazem ser perfeita.
Somos todos imperfeitos, uns demais, outros não demais.
Raros são pouco imperfeitos, e ela era uma delas.
De simples compreensão, fácil entendimento, agradável e meiga beleza.
Frágil pela delicadeza, o que fazia com que muitos tivessem receio de abrangê-la.
Invejam os poucos que tiveram o imenso prazer de tê-la por rápidos momentos.
Não foram muitos que puderam desfrutar de tamanho agrado. E isso não me faz estranhar.
Seriam raros os humanos que tivessem ou conquistassem esse direito. Não poderia ser qualquer um. Ela não é uma qualquer.
Nem mesmo sei se sou digno de descrevê-la. Muitas vezes me falta como transpor para palavras tudo aquilo que ela representava.
De qualquer jeito, faço deste uma homenagem singela e simples, que, caso lhe fosse apresentado, sei que por tudo que é, me agraciaria de uma maneira tal que já valeria a pena o maior dos esforços para fazer com que ela dedicasse um período, por mínimo que fosse, à minha pessoa.

terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

Mero delírio?

Apesar da incessante presença na vida, a religião pode ter se tornado para mim uma ordinária explicação para problemas de difícil resolução ou compreensão.
Existe um pesar nesta constatação, uma vez que uma das minhas maiores referências em tudo, tinha uma plena convicção a respeito do que abrange este assunto.
De qualquer maneira, chego a esta conclusão depois de um lampejo de racionalidade, que me ocorreu sem qualquer esforço.
Deveria existir algum fundamento inicial para que pudéssemos remeter todas as explicações para o inexplicável.
O ser humano, quando fosse questionado a respeito do que não havia resposta, em tempos que havia muito mais complexidade em tudo, diligenciava tais respostas aos Deuses. Vide a infinidade deles.
Bom. Em um raciocínio lógico, podemos concluir que muitas pessoas inventam ações, assuntos, possíveis conhecimentos, com o propósito de obter para si vantagens e demonstrar interesse.
Com o passar dos longos anos, desde que um possível representante de Deus esteve entre nós, muita gente de caráter duvidoso versou sobre a sua vida, seus atos, e tudo que abrangia a sua passagem entre os mortais.
Se nós, tempos de hoje, com toda a facilidade de obter informações, de averiguar fatos, somos surpreendidos com a certeza do que não teria acontecido, imagine sobre o que se passou há mais de dois mil anos, em um mundo que os seres humanos, como nos dias de hoje, em sua vasta maioria, inventavam mais do que contavam sobre a realidade.
Toda a situação tem a ver com o questionamento.
Somos o que somos, em eras e passagens diversas.
Diante de tais questionamentos, não é de difícil compreensão que muita gente duvide sobre a legitimidade de algo superior.
É a lógica! É o racional. Não se chegaria a tal conclusão sem prévio conhecimento e alguma explicação.
Podemos citar até mesmo o que dizem a respeito do que se passou com Jesus para podermos questionar.
Se o próprio teria sido traído por um simples mortal, que era um de seus apóstolos, por que não, nós, simples seres humanos, não poderíamos cair em contos que foram passados de gerações em gerações?
É algo que, de certa forma, torna-se de simples compreensão. O confiar ou não na generalidade da nossa espécie.
Se nós mesmos não confiamos em nossos próximos, as conclusões tiradas plenamente em torno do que teríamos contado não teria qualquer credibilidade.
Não existe, em minha simples compreensão, nada que possa diagnosticar a certeza de fatos ou versões de acontecimentos de difícil compreensão, que tenha se passado em tempos remotos, em que apenas a “tradição” pudesse nos fazer acreditar.
Diante de tudo, tenho a plena convicção de que não sou nada para emitir qualquer parecer sobre o que realmente é ou não é. Apenas posso tirar conclusões a partir de considerações dosadas e relativamente racionais.
Pelo que percebo, pelo que concluo, e sobre as generalidades humanas, acabo por pensar de tal maneira. Mas mesmo diante disso, sei e tenho consciência de que também posso estar plenamente errado.
Não tenho qualquer conhecimento diferenciado de uma grande maioria de pessoas que já versaram a respeito, e tiveram conclusões diversas das minhas.
O que vale é o pleno raciocínio.

sábado, 31 de janeiro de 2009

Me arrependerei

Quero falar...
Algum impulso, formado por outros dentro de mim, não deixa.
Seria ótimo, me sentiria em pleno conforto.
Mas não consigo.
Seriam palavras de pleno amor, de plena sinceridade, e extremamente verdadeiras.
Mas certas reações e impulsos, temos que segurar.
Segurar para não assustar, para não atropelar, mesmo sendo extremamente benéficas.
Aprendemos isso, nos impõem isso, somos criados para isso.
Infelizmente.
Tentarei me adaptar, mas sei que lutarei contra tudo que é premeditado.
Faz parte. Nem tudo é do jeito que quero.
Vejo isso pelo que já tentei... pelo que já ocorreu, por todos os resultados passados.
O que posso fazer?
Aceitar, adaptar, evoluir.
*mente alterada temporariamente*

quinta-feira, 29 de janeiro de 2009

Percebe-se

Simplicidade – Aplicabilidade – Funcionalidade
Ignorância – Abundância – Intolerância
Vejo: Ignorância – Gostaria: Simplicidade – Praxe: Intolerância
Observações constadas na exaustão do relacionamento entre as pessoas.
Pessoas que em grande maioria pensam sem raciocinar.
Pensar, unicamente, é válido. Porém, raciocinar, é mais interessante.
Questionar sobre as suas atitudes, assim como as de outros, é ideal.
Ideal... difícil saber quando, ou o que realmente é.
Válido... quando percebe-se um mínimo, ou pelo menos o suficiente para atingir a boa intenção.
Boa intenção muitas vezes camuflada. Daí questionar sobre as ações de terceiros.
Não é meramente duvidar, mas saber do que algo realmente se trata.
Esta é a eterna não simplicidade do que há entre os seres. O simples, para nós, nunca haverá. O correto não irá prevalecer. A intolerância é cômoda e a ignorância é plenamente disseminada.

segunda-feira, 5 de janeiro de 2009




Tentativas frustradas!
É como se a criança descobrisse a verdade, depois de um certo tempo, sobre uma crença típica da infância.
E creio que não fazem bem os pais que não repassam algo que ela poderá ter apenas naquele período, que é algo que só podemos sentir saudades.
E a maldita, necessária, espetacular, curadora passagem do tempo.
Reclama, agradece, pede que passe rápido, devagar,... nunca encontramos a satisfação.
Uma constante nas nossas vidas.
Preciso disso!
Não reclamarei, contudo.
Abro a cabeça.
Desesperadamente choro.
Tempo... tudo se passou... de forma a deixar para trás como se só nos interessasse o que está prestes a acontecer.
Mais uma vez o ciclo se repetirá, mais uma vez a consciência não acolhera da melhor maneira, mais uma vez irá chorar, mais uma vez...
Claro, mesmo tentando mudanças, elas não ocorrerão.
Terá que se esforçar mais do que o necessário.
Terá que transpor algo que ainda não é capaz.
Terá que fazer muito ainda, e terá que deixar o tempo passar.
O tempo... o tempo... o tempo...
Mudar, para esquecer, para melhorar, para se acomodar.
Ajudem-se, ajude-me, ajude-o.
Forma de simplificar, de diminuir sofrimento, construir coisas novas.
Enxergar isso é muitas vezes difícil.
Você pode estar perdendo uma grande possibilidade de alterar a passagem do tempo, de mudar, de fazer enxergar, de simplificar alguém! Alguém???
Tentemos visualizar isto!

domingo, 4 de janeiro de 2009

Muitas são elas, e efeitos provocados são os mais variados possíveis!
Uma delas me matou... não sabe o que fez... motivo até hoje desconheço.
Logo apareceu alguém que poderia me fazer reviver novamente.
Hesitei e me entreguei, quando ainda estava sob o efeito adverso.
E assim que pensei estar curado de todos os males do sentimento, tudo volta.
Reconheço que tenho grande parcela sobre todo sofrimento que me afligiu.
E, mais do que nunca, tenho adquirido calos sobre o conhecimento mútuo.
Sim, estamos sujeitos por estarmos tentando, mas porque ser tão complexo?

Vi muita coisa mudar, em mim, nos outros.
Incontroversas são as possibilidades que tenho tentado comigo mesmo!
Daí mostrar o conhecimento adquirido. Tento evoluir.
Assim a capacidade de entendimento aumenta... (claro que não)

Valores agregados. Sempre os melhores?
Ou apenas conveniência?
Claro que não admitirá, mas existe egoísmo em você.
Em maiores ou menores proporções!

Em certos termos, é o que faz tudo acontecer.
Um por todos, todos por um.

sábado, 13 de dezembro de 2008


Eu não tenho tempo!
Será?
Não seria – acho que não vale a pena?
Sempre, quando acha conveniente e bom, acha-se tempo para fazer o que fora pedido.
É algo que podemos fazer mesmo por puro automatismo, mas, devemos analisar antes de unicamente falar que não tem tempo.
Dependendo da situação, é algo que magoa! Pois fica claro o desleixo.
Seria como um “não me aborreça mais com isto”
Claro que, como não devemos generalizar tudo, para certas coisas realmente não encontramos tempo hábil para prestar certa tarefa com um mínimo de cuidado e competência.
Mesmo porque, não é tudo que se soluciona com um mero prestar de atenção.
De qualquer jeito, sempre será bom, e outros avaliarão de forma positiva, a atenção que der ao que, de certa forma, acharam que seria resolvido de forma competente por você!
Contudo, haverá pessoas que acham que o mero desprezo será a forma mais fácil e conveniente para se safar do que, por conceito próprio, seria algo, ou, um gesto nobre de camaradagem e/ou fraternidade.
Nobreza. Conceito que hoje em dia está em desuso ou alterado, na maioria das vezes em que esta palavra é usada.

segunda-feira, 1 de dezembro de 2008

Para você? Para mim? Para quem?

Será que você esta certo?
Neste mundo que te faz ficar perplexo
Em que quase tudo é complexo!

Muitas vezes sim,

Porque é deste jeito que voce pensa!
Não se importando com que o outro se atenta,
Disseminando o egoísmo besta,

É claro que não irá nem mesmo se atinar,
Uma vez que nada lhe fará pensar,
Do contrário e do mal que estás a espalhar,

Ah! Claro! Que os outros se ferrem!

Pois verás que nem sempre poderá ser deste jeito
Já que na vida deverás meditar para fazer “a coisa” direito
Porque tudo é feito a partir de um certo conceito.

Conceito que pede certo pré-conhecimento
Para fazer de todo entendimento
Algo que valerá para todos os seus empreendimentos!

sexta-feira, 7 de novembro de 2008

Experiências, expectativas...

À pessoa que amo e me importo!
Nada irá fazer com que as coisas se desviem!
Posso falar, pelo menos, por minha parte!
Confie em mim, procure saber o que se passa,
Assim poderemos caminhar juntos, ajudando um ao outro.
Será ótimo! Eu sei que sim,
Percebo isso nas piores situações e também nas melhores,
Por incrível que pareça, parecia já prever tudo que aconteceria,
Por ter lhe avisado sobre tudo que vinha na minha mente, às vezes eu já estava prevendo algo.
Mas... será que era realmente só uma previsão? Ou não seria de imediato uma constatação?
Bom... não poderei lhe dizer... mas algo aconteceu.
E por isso, futuramente, poderei me arrepender sobre fatos e palavras ditas.
Mas e daí? Vivo o presente!
As conseqüências já não mais me importam.
Posso sofrer por isso, mas logo saberei que tudo passará!
E que o passado não irá me afligir.
De qualquer jeito, ainda estou por aprender sobre tudo isso que se passou!
Não unicamente sobre o que aconteceu sobre você e eu, mas realmente sobre tudo que nos abrange, em todas as circunstâncias!
É necessário, e eu também lhe informei a respeito!
Sim, eu sei que nada sei, mas acho que sobre determinadas coisas posso lhe orientar.
Posso porque já presenciei e vivi.
Em uma opinião modesta, quem vive e atua sobre algo pode dizer muito mais do que um mero emissor de opiniões.
De qualquer jeito sempre foi válido!
Experiências que calejam mas a pessoa, a torna mais vivida, com maior campo de visão sobre a vida e suas desavenças.
Sempre a agradecerei pelos bons e pelos péssimos momentos!
Você não tem culpa! Obrigado!!!

sábado, 25 de outubro de 2008


Por motivos desconhecidos as coisas acontecem
Por motivos desconhecidos nem tudo se realiza como planejado
Por motivos desconhecidos você ama
Ama porque precisa,
ama porque é uma necessidade?
ama porque lhe impõem,
Impõem porque necessitas de uma fachada,
Impõem porque são preocupados com os outros,
Impõem porque são superiores.
São superiores porque conquistaram,
são superiores porque lhe fazem sentir
são superiores porque são competentes?
O que é ser competente?
Muitas vezes arrogante, egoísta, injusto ou qualquer outra besteira que se encaixa.
Ser tudo isto e ser realmente competente?
Competente... algo que vem de competição...
Competir.... vencer, perder, estar em um “jogo”.
Ser correto é necessário para vencer uma competição, se não será incompetente, já que estará negando, de certa forma a competição, seus princípios.
Fazer acontecer é uma competição?
Amar é uma competição?
Fazer com que algo seja imposto é uma competição?
Ser superior é ter competido?

sexta-feira, 17 de outubro de 2008


Amizade...
Algo que se sobrepõe até mesmo a certos princípios das pessoas.
Princípios esses que são características supostamente imutáveis,
mas que pela amizade, acabam por se flexibilizar.
Quando a amizade é real, certas ações são surpreendentes.
Você, se realmente gosta de alguém, com certeza sabe disso,
já que, por um instante passado, refletirá sobre um fato que normalmente não praticaria.
Contudo, valerá a pena,
Passando por cima de princípios e ate mesmo de tudo que você é e pensa,
Pois, ter um amigo, de verdade, é algo que conforta e ajuda em qualquer situação da vida.

terça-feira, 7 de outubro de 2008


Eu vi o que eu era antes!
Nada além do que a busca constante de satisfação.
Sem qualquer preocupação.
Com o que, breve, seria solução.
Eu sou dúvidas!
Que procuram as melhores respostas.
... na maioria das vezes opostas!
Mesmo quando são interpostas.
Procuro fazer o certo,
...nem sempre com êxito.
Porque o certo não é perfeito!
Mesmo que o perfeito seja o direito!
Não entendo as pessoas....
... procuram tanto o que realmente querem, mas, quando acham, não dão valor.
Assim, passando a sentir dor,
por causa de algo que, na prática, era AMOR!

Você sempre inicia um ato ao qual o resultado está atrelado a uma vontade
Você sempre pensa mais na sua pessoa,
Você deveria agir sempre assim?
Você, uma pessoa convicta sobre suas vontades?
Você, princípios ou emoções?
Você, os dois!
Você, mistura de pessoas e ambiente.
Você, mistério sobre algo ainda desconhecido?
Nós, em grande maioria, resultado da influência alheia.
Nós, cultura jorrada massivamente sobre as cabeças
Nós, futilidades fruto de constantes e perversos interesses.
Nós, não sabemos.



Companheirismo.
Basicamente é o que faz a pessoa ser em um determinado tempo.
A companhia de alguém faz a pessoa que esta ao seu lado.
Tudo acaba por se dar de acordo com o parceiro.
Ambiente, assuntos, felicidade, tristeza, bem estar, dentre uma vasta gama de percepções que podemos detectar.
O que posso falar a respeito é o que, imagino eu, todos comprovam todos os dias.
Gostar de uma companhia é ter a vontade de sempre obter a sensação agradável que ele provoca, dentro das percepções que a pessoa acha ser mais valida e prazerosa.
É o que faz nascer a afinidade.
Mas, será que essas percepções são sempre respectivas com relação aos companheiros?
Não seria a falta destas respectivas percepções que fazem ou criam conflitos?
Conflitos que muitas vezes podem ser validos, tanto para um quanto para os companheiros.
Faz crescer um e ensina o outro.
É algo que todos deveriam refletir e aplicar dentro de uma relação, seja ela qual for.

quarta-feira, 1 de outubro de 2008


Fui surpreendido por algo que me fez cometer uma ação inesperada
Foi tão intenso que nem pensei, apenas agi
A pessoa se quer teve consciência a respeito do que ela provocou
Mas uma revolução ela deu inicio
Mal a conheço, mas ela já me fez bem
O pouco que me mostrou me deixou feliz e me realizou
Necessito de mais pessoas como ela no meu universo
Já que sem qualquer esforço ela me deixa inspirado
A imagem dela em si, já é inspiradora
Uma pequena dose diária me faria uma transformação
a qual com certeza faria bem a mim e a ela, e tudo por causa dela!
ELA.... realização de um sonho... Tudo que eu queria
Um sonho...??? Realidade?? Ou muito bom para isso?
As vezes penso que sim... pois se concretizasse, as vezes não seria tão perfeito
Assim, da maneira que esteve e ficou, foi muito BOM, OBRIGADO!!!!!!

A partir do que passou, eu vou mudar!
Vou mudar pelo que vem pela frente.
Tentar fazer coisas erradas para acertar.
Aparece alguém que parece ser a solução,
para provavelmente auxiliar,
mas a solução vem em desfavor do que era procurado.
Obrigado, mas o que era para ajudar não foi nada suficiente.
Você entende o que se passa?
Você trata as coisas de pontos de vista diversos?
Tentar pessoas erradas...
Erros que parecem acerto, muito validos!
Mas erros escolhidos, a dedo, não qualquer um.
Qualquer um nunca pode...
NÃO!!!
Pode sim... mas, logo depois, esqueça...
Pode apenas como algo de momento, sem interferências futuras.
Porque não vai valer a pena.
Assim, as coisas “poderão” caminhar de maneira mais equilibrada.
Mas não conte com isso!
A experiência de vida no diz isso a cada momento.
Como é a vivência... melhor do que qualquer ensinamento.
Muitos, principalmente os mais vividos, sempre insistem nisso.
Mas, eles só repetem demasiadamente porque já provaram, e tem conhecimento,
porque só eles podem, só eles viveram.
E sempre devemos escutar!

terça-feira, 30 de setembro de 2008

É!
Realmente nada se passou!
Você, usando das suas técnicas que são validas somente para a sua pessoa, não conseguiu de forma alguma persuadir quem esta a sua volta.
Você é tão irracional!
Não pensa em nada!
Que bom para você! Não sente o que acontece ao seu redor!
Não percebe qualquer sentimento negativo que possa lhe influenciar!
Mas também não sente as coisas boas que podem te mudar, ou lhe fazer bem!
De qualquer maneira te admiro! E, por incrível que possa parecer, esta é a verdade.
Sabe por quê? A resposta é simples, és única!
Muita coisa não importa quando o que vale é o que te interessa em uma outra pessoa, e entre você e eu, e o que acontece!
Mas porque toda essa necessidade extrema de permanecer da forma que é?
Não consegue passar por cima do que acontece na sua mente?
Para mim pode ser uma fraqueza, mas para você, eu sei que é acomodação, e que isso não interessa a mais ninguém, a não ser você!
Nunca ira se conscientizar sobre esse radicalismo!
Nunca ajudara a te ajudarem!
Nunca fará o que não lhe convém.
Nunca é o que te define!
Sim... isto não ira se sustentar!
Apesar de tudo, não há quem agüente!
Apesar de admirar isso tudo, você terá que aprender. De uma forma ou de outra!
Eu posso entender, mas, se eu que entendo já não mais agüento, o que dirá os outros que não fazem qualquer esforço para, se quer, compreender um ato seu?
Não existe essa necessidade toda! Pare e escute, uma vez apenas, e tente aplicar isso a você! Não irá se arrepender! Apesar de que no dia de hoje, devemos escutar menos os outros, mas no fundo, sabemos com quem podemos.
Poderá se arrepender, mas deixará de lado o seu radicalismo.
Já te falei: Não seja radical!! Idiota ser radical!
Radicais, pela própria historia, não duraram tanto tempo.
Podem ter alcançado um certo poder, mas que não adiantou muito. Não foi bem usufruído.
Alcance seus objetivos a ponto de poder utiliza-los a seu favor, para goza-los com plena glória e compartilhar com quem queira.
... seja vitoriosa (o)...

Eterna contradição

O que te faz pensar?
O que te faz chorar?
Fatos marcantes da vida que podem ser reais ou meramente fictícios.
Porém, todos com um caráter profundo, que te toca, e permanece na mente.
Muitas vezes relacionados ao convívio humano, aos quais encaixa, momentaneamente, no que se passa com você!
As emoções transparecidas de outras pessoas me afetam de tal forma que incomoda por tamanha intensidade.
Péssimo! Horrível!
Sensibilidade colocada à flor da pele, que estraçalha com o que esta acaba por proteger. O interior.
De certa forma acaba por ser desumano, uma vez que hoje em dia, o que percebemos é a falta de sensibilidade, o que torna o mundo robotizado em que ninguém se importa com ninguém.
O fato de alguém chorar, para muitos, é a fraqueza de uma pessoa. Mas como pode ser fraqueza a demonstração de um sentimento? Que bom é você mostrar o que se passa com a sua pessoa, para que outros o auxiliem, e te façam melhorar!
Muito bom pensar! Muito bom chorar!

sexta-feira, 26 de setembro de 2008

O que é o limite?
Existem limites?
Limites para a vida,
Limite para a existência,
Limite físico,
Não seriam apenas obstáculos presentes em nós mesmos?
Ou realidade intransponível?
O que supera os limites é real?
Se é superado, será um limite?
Bom... o que me faz questionar, e parece ser mesmo intocável, é o limite da compreensão.
O fato de não termos a capacidade de compreender certas coisas nos dá uma agonia inimaginável.
O que existe no não real?
A falta de percepção sobre estas coisas é o que nós faz sentir a insignificância de tudo que nos abrange.
É o que me faz não pensar sobre o incompreensível!

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