terça-feira, 6 de outubro de 2015

Vi, constatei e admirei.

Da certa forma me apaixonei,
daquela forma que costumava me sentir outrora,
quando acreditava que o ser era diferente,
sem preconceitos,
sem interesses,
com o sentimento puro efervescendo em cada poro,
enxergando o brilho no olhar,
admirando a essência ao constatar.

Aquela paixão platônica tão inocente,
que muitas vezes não se explica,
mas que cria na gente,
muito mais do que uma atração física.

Fuga de todos os maus sentimentos,
mergulho no amor pleno,
sentimento buscado
mas que nem sempre me concedo.   

segunda-feira, 19 de janeiro de 2015

Foi tudo o que ele teve a dizer!

Eu tenho uma confissão a fazer!
Fiz tudo por ti!
Preciso descansar!
Desprendi muito da minha atenção com você.
Esgotei meu limite, fiz o que não deveria,
mas você...
Era tudo tão claro e fácil, foi ficando complicado,
até que um dia tudo se apagou.
Uma, duas, três vezes.
Acredito nas mudanças, acredito eternamente!
Erro incessantemente, erro para sempre.
Insisto no que já não mais é plausível
Eu sou um bobo!
Mas você...
Desapeguei dos meus princípios, das minhas palavras, de tudo que um dia achava ser loucura!
Estava inserido numa situação na qual os sentimento não diziam mais nada!
Nunca me vira desta forma.
Elogios já não mais cabiam, ou não produziam efeito!
Era sufocante.
Não via resultado algum!
Eu errei por você...
Mas, e você?
Onde você estava? O que você pensava?
Nos elogios, as respostas não vinham.
Isso me matou inúmeras vezes, periodicamente, da pior maneira possível!
A decepção prevaleceu.
A guerra interna acabara numa flecha lançada de longe.
A tristeza aparece, juntamente com o inimaginável.
A resposta que não veio no amor, veio na repugnância, e de maneira imediata!
Incrível!
Mas você...
Você está por ai, procurando por algo que não existe,
mas que poderia ter existido!

quarta-feira, 17 de setembro de 2014

Cheguei lá, voltei para cá!

Existe limite para a consciência?
As vezes me pego num limite extremo de consciência,
O limite se limita a um curto tempo,
limitado por uma perfeição ilimitada que na verdade, não existe.
Ter consciência a todo tempo e em todas as situações não cabem no ser.
Caso coubessem não estariam por ai,
descrevendo e narrando ações mundanas.
O estado de consciência extrema é gratificante.
Ele te mostra suas limitações, suas imperfeições, e suas maldades, em todos os âmbitos.
Nos deixam completamente nus!!
Expõem tudo aquilo no qual você pode melhorar.
Agride sua mente, ao mesmo tempo que lhe agracia por tais pensamentos.
Lapso temporal esplêndido, alcançado por situações que lhe forçam a refletir sobre sua vivencia,
sobre as suas ações, sobre as suas conclusões.
A exibição na sua mente sobre suas fraquezas acabam por nos fazer compreender tudo o que deve fazer, ao mesmo tempo que mostra que nem tudo isso sera possível.
Surge como um desafio impossível por completo, mas plenamente palpável em certo ponto.
As possibilidades são um mar de opções que acabam por secar na falta momentânea da consciência.
A critica ao ser é necessária,
aceitá-las é essencial,
Se enganar é o mais comum.

segunda-feira, 2 de junho de 2014

Quase um soneto, quase uma ideia, quase uma história.

Num mero gesto, observo suas reais intenções,
em uma única palavra, delicio-me com suas falsas objeções.
Claro fica sua evidente discrepância,
num gesto marcado pela repugnância.

Engraçadas são as suas demonstrações de afeto, 
delineadas por frases que não fazem sentido, por completo.
Tudo se transforma num aprendizado, sem se quer estar percebendo,
porém mais tarde tudo irá lhe afetar, pois verás que está aprendendo.

Não adianta eu lhe informar sobre o que se passa nas nossas vidas, pensas que sou repugnante,
contudo, logo adiante, agradecerá por fatos de outrora, que foram, de veras, marcantes.
Muito ainda esta por vir, nem eu sei o que dizer!
Mas sei que  as novidades sempre irão ocorrer.
Não importa se as motivações não mais existem, se se curvara ao tempo percorrido,
Necessário é constatar que por tudo que fora passado, percebera que algo fora desenvolvido.

quinta-feira, 20 de março de 2014

Aprendi que Amores eternos podem acabar em uma noite.
Que grandes amigos podem se tornar grandes inimigos.
Que o amor sozinho não tem a força que imaginei.
Que ouvir os outros é o melhor remédio e o pior veneno.
Que a gente nunca conhece uma pessoa de verdade, afinal, gastamos uma vida inteira para conhecer a nós mesmos.
Que os poucos amigos que te apoiam na queda, são muito mais fortes do que os muitos que te empurram.
Que o "nunca mais" nunca se cumpre, que o "para sempre" sempre acaba. Que minha família com suas mil diferenças, está sempre aqui quando eu preciso.
Que ainda não inventaram nada melhor do que colo de Mãe desde que o mundo é mundo.
Que vou sempre me surpreender, seja com os outros ou comigo.
Que vou cair e levantar milhões de vezes, e ainda não vou ter aprendido TUDO."
Estamos aqui de passagem.


William Shakespeare

quarta-feira, 19 de março de 2014

"tão simples seria 
se os sorrisos ja fossem motivo,
se a felicidade não fosse moeda,
e o prazer não fosse pecado. 

tao simples seria
se o tempo não fosse contado, 
se a beleza não fosse invisível, 
e os olhares tão separados. 

tão simples seria,
se o simples não fosse
pra tantos
tão complicado.
"


Luara Bertoni

segunda-feira, 17 de março de 2014

terça-feira, 11 de março de 2014

khuneh tukí

"Que língua falo eu
Quando sinto sua falta
Se sonho com você
Dona das minhas angústias
Meu nada
Que língua falo eu
Pra lá do inconsciente
Seu corpo, seus segredos
Dona das minhas loucuras
Me abraça...
Você vê o meu mundo
No fundo do olhar
O abismo te chama
Você responde
Te vejo no escuro
No meio de abraços
Você sabe tudo
E me confunde"

Lobão

quinta-feira, 6 de março de 2014

"Eu costumava acreditar em todo mundo, que as coisas eram fáceis, que tudo tinha jeito. Mas o tempo vai passando e a gente vai aprendendo" Clarice Lispector

quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

Evidência translúcida (de um passado, do futuro)

Faço o que posso, do jeito que sou.
Mas sempre tropeço nas minhas próprias barreiras.
Pobre incapaz, é o que penso ser!
Como a chuva tentando beijar o deserto,
ou como um carro desgovernado, por completo.
Tentando agradar e se manter na busca por um simples afeto.
Você me agrada, me encanta!
Um doce presente encontrado, não procurado.
Apenas uma pessoa que simplesmente me deixa fascinado.
E que por muitas vezes fez com que as minhas noites fossem dias.
Dias em que o sol insiste em não se por,
deixando a alegria se espalhar por longo tempo.

Onde os meus pensamentos fazem curva, sua beleza me cura
Onde os meus pensamentos fazem curva, sua beleza me cura

"Eu jurei por Deus não morrer por amor".
Mas a isso que me ocorreu, não posso me opor.
Transgredira limites que não posso definir,
como se fosse um ser feliz, que não pudesse sorrir!
Para sempre entenderei, me esforçarei,
por uma causa que de fato admitirei.
Eu amei!!!
Intensamente e internamente - inteiramente!
Quero demonstrar e não apagar.
E lutar por aquilo que todos os dias me faz sonhar.

Onde os meus pensamentos fazem curva, sua beleza me cura.
Onde os meus pensamentos fazem curva, sua beleza me cura.
Doce e plena beleza!
Que vicia o meu olhar.
Satisfazendo-me assim, de forma salutar!

terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

Perce(bo)p(A)ção?

Perco-me no mundo encontrado.
Diferenciado por estar sempre marcado,
por cânticos que me mostram o lado contrário.

O lado contrário onde encontro as desavenças.
Cruelmente  fixado por descrenças,
que sempre intentam em marcar psicologicamente por "doenças".

Doenças da cabeça, da mente, da psique...

Ser que tanto preza, mas sempre insiste em abusar dos sentimentos alheios,
congregados e ao mesmo tempo dissipado por terceiros.
Encontrados por ai, como meros e resolvidos entreveros.

Não! O que sentimos deve ser cuidado, tratado, se mostrar com certa delicadeza.
Até que algo encontrado, talvez uma tristeza,
seja curado e transformado em algo que represente riqueza.

Riqueza de felicidade, que faz desaparecer aquilo que mais abominamos.
O que mais queremos que esteja afastado, e não perto adorando.
Figurando como coisa brusca, rude... algo profano.

Prefiro me resguardar a lutar contra o que já não tem solução.
Perdurando-me como mero latão,
jogado por ai, como um objeto sem qualquer percepção.  

segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

O Senhor que examina a transformação do tempo e suas ações, é o principal sujeito das descobertas que sempre existiram, mas nunca foram demonstradas naquele aspecto.

É bem irônico!!!
Frente a frente muita coisa que estava escondida, e que numa fração minima, esticou-se à sua frente demostrando afetuosidade.
Entende-se muito a respeito. Devora-se a parcialidade como um simples almoço corriqueiro.
Evidencia-se de forma a causar um grande choque nos que se viram para não ver!
É maior do que se imaginava.
É fenomenal e incontestável.
Preludio de um sentimento honesto que se manifesta num singelo ato de amor, o qual poucos absorverão tamanha demostração de algo nunca observado no ser!
Fato transformador de atos atuais os quais atuam, atenuam e antecipam aquilo ao qual fora acionado por afeto anteriormente escapulido.
Foge como se estivesse eternamente enclausurado, sem que qualquer liberdade existisse do lado de fora.
Mostra, como num jorro, a necessidade de ocupar um espaço onde encontrará um estado de comodidade.
Não há o controle da situação.
É simplesmente a natureza agindo de forma avassaladora, decadente, sincera e futuramente feliz.
Feliz por ser sincero, ser evoluído e não pelo momento em si.
A complexidade do todo que envolve tudo é demais para aquilo que pensa e transpira.
A série de fatores que englobam a sua vivência vai além da sua compreensão.
É muito mais do que, um dia, facultativamente, poderá entender.
As possibilidades são as mais interessantes e entediantes possíveis.
A claridade de cada uma delas somente será descoberta quando a escolha já tiver sido feita.
Faça e entenda, compreenda, absorva e reflita.
Conclua que nada na verdade faz muito sentido.



sábado, 18 de janeiro de 2014

Frente a frente com tudo que acho desde que um pensamento claro e límpido me ocorrera numa certa tarde de um inverno quente e úmido

Um dia radiante, nascendo com uma luz "divina", acabando em uma escuridão tenebrosa.
Gente nascendo, com uma cabeça "vazia", se enchendo de opiniões alheias, até perceber que já não mais percebe com os próprios olhos.
Até onde sabemos que nossos pensamentos são realmente nossos?
Até quando conseguiremos distinguir o que nos fora imposto?
Quando... se é que existira esse "quando" para alguns.
Se soltar das influências torna-se exercício diário, de hora em hora, a cada minuto, para o resto da vida.
As vezes tal avaliação simplesmente não comporta em uma mente. Por tudo que ocorrera. Por todas as ideias forçadas a serem colocadas na sua mente.
Nem sempre o discernimento se manifesta, por maior que seja a instrução de uma certa mente.
A mente que mente. A mentira que se torna verdade. A verdade que na verdade não existe.
Ilusão plena de que o mundo interior pode mudar num toque de mágica, por palavras bem colocadas, por ideias bem colocadas.
A ignorância na maioria das vezes se impõe, frente a pensamentos esclarecidos. É muito mais comodo, fácil e mundano. 



Presença da força de pensamento intitulado como amor, mas que na verdade é dor.


Permanece aquela eterna sensação da busca!
Dos dias felizes que passaram e que não perduraram.
Da felicidade constante que se inicia ao despertar.
Da satisfação ao repousar.
Aquela felicidade que simplesmente aparece na sua face. Simples, equilibrada, ideal...
E que sem qualquer esforço está presente o tempo todo no seu imaginário.
Vivemos esperando que as coisas aconteçam, como aconteceram...


domingo, 27 de outubro de 2013

Situações compostas, de resultados simples, com uma enorme dose de complexidade.

É como se fosse falar sobre o que é proibido para você.
Complicado restringir tudo que gostaria de falar e mostrar.
Serás tachado por isso.
Falar sobre a paixão.
Nem todos podem tomar conta do que quer.
Serem motivados por chamados presentes nas suas cabeças.
E ainda continuar a Falar sobre a paixão.
Congruente é tudo aquilo que pensa, mas irremediavelmente é afastada a sua lógica.
Decida-se a respeito de você mesmo!!
Fale sobre a paixão.
Não Fale sobre a paixão.
A liberdade que te abrange nem sempre pode esperar sobre as dúvidas/dualidades insistentes.
Um leque dessa liberdade está constantemente aberto na frente dos seus olhos.
Sempre fora difícil enxergá-la, apesar da obviedade.
Necessário, nesses casos, desmanchar o que fora recentemente passado para conseguir atravessar a intensa nuvem inglória que se perpetua.
Nós podemos, apesar dos tempos, em qualquer lugar.
Capazes são aqueles que se desvencilham de paixonites que desmancham qualquer sonho momentâneo de uma vida inteira, consequência de situações sempre presentes na sua vida e mente, mas que, contudo, acabam por permanecerem escondidos, juntamente com aquela liberdade invisível.
Ah!! O fato de repudiar qualquer pré julgamento...
Este que se deriva da falta de COMUNICAÇÃO, tão visível nos dias que se passam.
Tão raro perceber o pleno intercâmbio de pensamentos. Este ato simples de se praticar, COM ÚNICA AÇÃO.
De qualquer forma, ainda continuamos a andar por ai, sendo passageiros de uma corrente que sempre insiste a nos levar àquela densa nuvem que nos cobre, que não nos permite observar a plenitude de opções saturadas de glórias, que se faz refugiar no que todos, cegamente, acabamos por optar.
Você consegue ver? Você consegue Falar sobre a paixão?



quarta-feira, 23 de outubro de 2013

Será ótimo se começar por um ato de amor ou por uma catástrofe!

"Você tem cor nas suas bochechas."
Fizeram ficar desta maneira,
aquele que tem o poder de mexer com os seus mais sinceros sentimentos.
Aquilo que muitos gostariam, mas poucos possuem.
Aquele carisma que se enquadra em certas pessoas,
em outras não passa de algo ordinário num mundo infinito de possibilidades.
Umas certas, muitas erradas.
Aquelas possibilidades...
Aquilo que você quer.
Probabilidades desconhecidas, que são difíceis de desentranhar e ver o que se poderá extrair, sejam elas boas ou péssimas.
Fica claro que, por mais que um entendimento comprovado certifique, nada poderá fazer para controlar impulsos e vontades.
Há de ter sorte, muita sorte.
Cretinos são plenamente agraciados. Sorte deles... ou não?
As vezes não. Eles não sabem disso. (eles nunca sabem de nada)
Mas outros os invejam, e muito!
De qualquer forma, é preferível ficar com a falta de sorte. Ela faz infiltrar num mundo, para muitos sombrio, de autoconhecimento, o qual permite potencializar pensamentos consistentes que conseguem controlar ilusões pertinentes e constantes de um ser frágil e incessantemente alvejado que na verdade não passa de você, eu, ele...
Uns conseguem continuar, sem feridas.
Outros morrem, sem motivo.
Outros não percebem, por desconhecimento.


domingo, 16 de junho de 2013

De grande pesar, por observações gerais, esperando não errar.

Estou desiludido com o ser humano.
É triste perceber a falta de conectividade entre a minha mente e o que é disseminado massivamente por ai.
Não me considero (muito pelo contrário) o senhor da razão, mas, se muito o que observamos por ai está errado, acho que chego a uma conclusão lógica.
Aquele ser pensante que se considera racional, muitas vezes nos decepciona pela forma superficial de apresentar seus argumentos e pensamentos.
De forma chula e ostenciva, a maioria das pessoas se interessam por aquilo que, para mim, se trata de resultado de uma cultura pobre, podre e generalizada que é decretada pelas ações daqueles que se consideram os legítimos donos da verdade.
É difícil, para os desprovidos de bons pensamentos, conseguirem se desvencilhar do que insiste em entrar em cada poro do seu corpo, de cada informação que lhe é passada, sem que consiga filtrar.
Bons questionamentos, boas discussões e troca de informações válidas não são bem aceitas numa roda de "amigos", aqueles aos quais, involuntariamente, temos que conviver.
E é justamente por essa convivência involuntária que observamos e chegamos a determinadas conclusões.
Nós podemos escolher os verdadeiros amigos e conviver com as pessoas amadas... aquelas as quais temos afinidades e sintonia de pensamentos, mas quando nos afastamos dos nossos legítimos amigos e entramos em contato com outra "trupe" de pessoas, vemos que a generalidade das pessoas nos deixam desiludidos. E infelizmente vejo que se trata da grande e real maioria das pessoas.
Na verdade, estaria eu errado e fora da sintonia do que se passa nos dias de hoje?
Teria eu legitimidade para questionar os "amigos"?
Seria muita pretensão da minha parte incompreender as ações de terceiros?
Permaneço acreditando naquilo que fora passado e filtrado por princípios justos e difundidos por grandes mentes.

sexta-feira, 3 de maio de 2013

Intitulação precoce daquilo que não compreendo.

A tempo ideal chegou, e compreendo cada sinal disparado por você.
Já não tem mais a sensatez de sequer perceber.
Eu realmente não o questiono, simplesmente finjo.
Aliás, finjo mais do que reflito, dentro das minhas capacidades internas.
As ilustrações a respeito das situações reais esclarecem.
Ser ínfimo é se contentar, sem interagir.
A conectividade não interessa. Não há o que acrescentar.
O mundo restrito lhe conforta, muros lhe convém e os demais já não mais vivem.
A clausura agrada de forma inconveniente. Os olhos parecem agradecer.
O corpo já se acostumou, a inércia se acomodou.
Profundidade como outrora já não mais se observa em suas ideias.
Tudo acaba por ser mecânico: acordar, cuidar, amar, VIVER.
Não acredito numa revolução, muito menos numa indignação.
Aquela que poderia se concretizar, desde que muita coisa lhe foi extirpada!
Meu amigo... os tempos mudam, mas muita coisa permanece.
Digo, permanece para mim, mas já não mais para você!

sábado, 23 de fevereiro de 2013

Você já se questionou a respeito de algo você pensa, porém não consegue se expressar a respeito?


Apesar do grande e brilhante mundo...
... ainda assim há aqueles que lutam por não acreditar nele.
Que simplesmente se enfurnam no seu mundo de mazelas.
Informo a esses que há muito o que se ver lá fora, muito a observar, e muito a levar a crer que na verdade nada faz muito sentido, no melhor dos sentidos.
Levemos uma vida sem grandes preocupações, sejamos agraciados (sem qualquer crendice) por coisas inimagináveis, que na verdade só são assim por não nos jogarmos, por não criarmos as devidas e oportunas situações.
Restringir está sempre presente na nossa natureza, contudo, alguns conseguem romper essa barreira, seja por determinação, seja por ja ser da sua própria natureza.
Não podemos esperar pelo amanha, devemos sempre escolher dessa forma, definitivamente.
Correr por ai sem que nossos princípios sejam prevalecentes.
Dormir imaginando no que iremos transpor em breve.
Esperar nos fará refletir.
Refletir, por muitas vezes, acaba com a sensação do inesperado, o que nos tira o prazer da realização de muitas coisas, principalmente as melhores!
(Bem, aqui vamos nós, tentando infiltrar num mundo de criações e fatos, os quais ainda se quer foram questionados a respeito das intenções daqueles que, na verdade, não pensam em realizá-los.
Ou, na verdade, aqueles que buscam encontrar as resposta dos que foram omissos, já premeditaram todos aqueles fatos, esperando que o óbvio se manifeste de maneira entendiante, mas que, porém, só irá confirmar a sabedoria a qual ele pensa e tem certeza que tem.) 
O mundo faz isso com ele, o mundo faz qualquer coisa com qualquer um.
Nos dá uma sensação de que podemos tudo, de que podem tudo, mas ao mesmo tempo de que nunca seremos ou conseguiremos tudo o que almejamos.
Mundo traiçoeiro, fascinante, com todas as portas abertas.
O mundo mostra que o impossível é muito real, até mesmo que a real impossibilidade é transponível.

quarta-feira, 2 de janeiro de 2013

Fim do mundo, das ideias, do critério, da razão.


De maneiras diversas, ele se apresenta cada dia.

Invariavelmente se depara com algo não novo na sua vida, mas mesmo assim persiste em se espantar com a forma com que reage a tal.

De onde partirá a plenitude das suas reações? Haveria algo além do que ele presume ser aceitável para uma corrente racional tão evoluida?

As vezes ele não consegue aceitar as coisas da maneira que acontecem, pois percebe que não possui o total controle do que se passa. Acaba por ser cruel para ele, vez que nem sempre ser esclarecido e racional ajudará nas circunstâncias passadas.

Percebera que as coisas vão além da sua magnificência. E o pior, constata que nesse momento se equipara a um sujeito qualquer, o que para ele é inaceitável.

A crítica a sua pessoa é clamorosa. É massacrante para ele ser ordinário.

Não há como conceber a ideia de se equiparar àquele sujeito sem qualquer escrúpulo e que mal tem noção sobre a sua “existência”.

Pior ainda! Percebe que ao redor, quase todos são medíocres.

Observa também que um boçal qualquer atinge a admiração de uma grande parte de pessoas por atos irrisórios, e que para a alegria geral e por "cretinice" dos outros, acaba por ser coroado por suas imundices disseminadas nos cérebros desprovidos de um mínimo de condição de discernir sobre o que se passa.

É degradante para ele a constatação da atualidade, do mundo em que vive, das pessoas que o rodeiam, dos atos que constata, dos resultados que são atingidos, das formas que são empregadas.

Muito claro fica a posição dele no mundo, a de quase nenhum destaque.

Ele raciocina e tenta entender o porque de tudo se desvencilhar para um lado não muito aceitável por ele. Claro fica, então, que ele nao pertence àquilo, àqueles, a todos.

Ele pertence a um mundo único, que nao comporta os demais.

Um mundo momentaneamente unipessoal, que outrora fora infestado por indivíduos criteriosamente escolhidos.

O critério já não mais existe, nem para ele, nem para as pessoas iludidas pelos boçais.

sexta-feira, 24 de agosto de 2012

Reflexo minorizado por desavenças ocorridas ao longo do trilho da vivência

O mais difícil é ir além.
De forma a converter suas razões em algo perfeito.
Perfeito para você, e sempre imperfeito para os demais.
Os demais são complicados demais.
Eu sou demais para os demais.
Demasiadamente contraditório e imperfeito.
Tentar confluir para reverter a situação é algo a se buscar.
Todos buscam o tempo todo, e o tempo todo ninguém consegue.
Não consegue, pois está observando além.
Além do que deveria focar de forma a atingir o resultado desejado,
não só por outros, mas por quem está ao seu redor.
Todos se questionam e criticam.
Nada o faz satisfazer-se.
O tempo, no seu trilho interminável, continua no mesmo caminho.
Não há como desviar-se.
De maneira efusiva, alguns apliam seu campo de observação.
Chegando a um ápice que outros não compreendem.
Outros, digo, muitos.
Ali, do seu lado, acontecem coisas evidentes,
os cegos percebem, os "perfeitos" ignoram.
Não propositalmente, mas por serem "cegos".
O grito chega como um vômito, a fim de acabar com essa "evidência".
Triste constatar a forma como as coisas se apresentam ao seu lado!
Felizes são os que meramente se conformam?
 

sábado, 24 de março de 2012

Melhores constatações serão sempre aquelas as quais você só se dará conta quando a conclusão não for mais válida, contudo, será sempre benéfico.

Minha própria imaginação,
meu grande querer
Apesar do tempo fora, acabara por perceber.
Constatara que lá fora muito ainda ficou esparramado,
mas nada e ninguém evidenciou a forma desejada.
Desta forma, um pedaço ainda ficou pela lembrança, e o inteiro se dissipou.
Mal agradecido sentimento abrasivo,
arruinando a plasticidade fértil e clamorosa de outrora.
Especificamente por exclusão clara de atos ou constatações superficiais.
Imundos pensamentos predominantes,
Agraciamentos sempre louvados por magnificos senhores da verdade,
os quais de nada são beneficidados por sinapses racionais.
Lógica dos tempos, desde a mais longinqua forma de conta-lo.
Sempre influenciado por aquilo que resta das mais repugnantes formas de pensamento.
O sonho já ocorrera desde então, porém, como no período atual, nunca acabará por ser atingido.
Forma e força sempre se unirão com o melhor dos propósitos,
contudo o resultado nunca é previsivel, como nunca será e nunca fora.

sábado, 10 de dezembro de 2011

Por uma personagem, por um amor, por um amigo, pela família.

É complicado!
A observação o faz sentir muito ordinário.
Contudo, somos ordinários.
Seja num ato ou noutro. Mas não em todos.
Extraordinário você pode ser, em um feixe de ações.
Mas ordinário, você será em todas as outras.
A igualdade nos conecta. A igualdade é ordinária (entre você e eu).
O extraordinário te afasta. O empurra dos demais.
Devemos nos destacar. Devemos ser extraordinários?
Não devemos nos estancar. Não devemos nos conectar?
Estancar não é ser ordinário? O ordinário não nos liga?
O que acontece com as relações?
Você precisa de mudanças, necessitamos nos livrar daquilo que nos exaure.
De maneira diversa, vejo tudo isso como meros pontos de vista.
Em qualquer que seja a situação, nada é definitivo. Pelo menos no que se trata de relações humanisticas.
Assim, evidente fica a constatação lógica sobre a incerteza de tudo que encontraremos pela frente, seja numa relação afetiva, amistosa, familiar, etc...
Observo e sempre haverei de observar qualquer palavra endereçada a mim.
Seja qual ela for, seja o tom, seja a forma de dizer, seja ela dita de forma ordinária, ou extraordinária.
Fácil constatação, porém nem sempre absoluta.

segunda-feira, 29 de agosto de 2011

INTRA



Mente aberta.


Livre para acumular, fluir e retribuir.


Estampada de opiniões conflitantes até mesmo no que tem certeza.


Manifestamente feita para simplificar.


Mente que não mente, que não deixa a malevolência influenciar e dela desfrutar.


Construida por princípios tão claros e nítidos, que acabam por fazer com que outros se indaguem a respeito.


Resultado de tristes passagens e de pessoas que marcam. Produto final do que ficara eternamente.


Apesar de consolidada, encontram-se pontos a serem constantemente restaurados e aperfeiçoados. Flagrante nítido da flexibilidade que faz do "ser" algo para o qual devemos separar um lapso temporal com um finalidade específica e aguçante.


Se percebes uma ponta de interesse, porque não separar um tempo para desbravar e, quem sabe, descobrir uma nova mente que irá restaurar alguns "pedaços" daquilo que já pensara estar completamente construido?

quinta-feira, 7 de julho de 2011

Tudo que você sabe está errado!

Negado como anteriormente

Rejeitado como sempre.

Contudo, florescendo da maneira mais desfavorável, como no mais ácido lugar.

Atrito da razão com a emoção.

Compartilhado com pessoas próximas, que são tão perceptíveis quanto imaginara.

Figurando como o único ser presente, percebe-se do quão fora atingido e desmantelado.

Aquela imagem ainda insiste em permanecer no limbo lógico da sua razão.

Incrivelmente alimentada por um lapso que parecera ter sido enjaulado no seu ser.

Periodicamente a dor aparece, sistematicamente sabe-se da sua presença, e de maneira efusiva acaba por anuncia-la para aquilo ou aqueles que normalmente jamais dariam conta a respeito.

Verificado a preponderância da emoção, mesmo que a experiência ensine o oposto.

O irracional atua de maneira livre e límpida, atingindo cada poro do ser, fazendo-o flutuar no ar carregado dos sentimentos devastadores que afugentam a simplicidade daquilo que o faz forte.

Glorificação é o que resta. Percepção de algo que levará para todos os tempos e dimensões.

Pelo menos por hora.

domingo, 12 de junho de 2011

Translúcido

Mistificado.
Incrédulo por sua relevância.
Bombardeado por sua visibilidade.
Pacífico por seu espirito.
Glorifica-se por entender a sí e por não decifrar os demais.
Bastardo.
Por não se por na mesma categoria.
Por não evidenciar o que faz a grande massa.
Por trazer consigo disparidade quanto à lógica presente nas mentes.
Ganjento
Tomando como base as ideias revolucionárias de outrora.
Garantido a tentativa de uma sadia influência sobre mentes límpidas.
Organizando uma logistica que poucos podem perceber.
Tranca-se em um círculo singelo em todos os sentidos, o qual se torna impenetrável nos dias atuais.
Facilidade plena, contudo distante. Não conseguem captá-la.
Em seus flancos observa-se frestas que tentam absorver o maior número de indivíduos possíveis.
O maior número de indivíduos possível não se importa, se cegam. Ignora... ignorANTES.

segunda-feira, 25 de abril de 2011

"Pois eu, em tantas noites quietas, escuto neste mato, neste telhado e neste jardim muitas insólitas coisas: mesmo sem nome nem rosto, elas são reais. Batem asas, sussurram, dão risadinhas divertindo-se com minha incapacidade de enxergar melhor o que não cabe em explicações." Lya Luft

sexta-feira, 8 de abril de 2011

É de difícil compreensão perceber sobre tudo que lhe abrange. Eu tento desmistificar aquilo que me parece ser clichê, mas isto teima por prevalecer. Encontrar você me fez perceber. Visualizar a sua pessoa me desperta algo incomum. Encontrar a realidade me traz tudo a tona. Porque ainda insistir naquilo? É um vício, mas ainda assim é sadio. Inexplicável, contudo prazeroso. Arruinante, mesmo que glorificante. A muito tempo insisto em fortalecer as diferenças entre o real e o imaginário. Mesmo assim, continuo na mesma tentativa vazia de encontrar frutos na árvore que ja secou a muito tempo. A água não se faz presente, os frutos, ainda que podres, insistem em tentar trazer um néctar que fará com que a força ainda prevaleça. Porém, percebe-se que a árvore já não mais existe.

quarta-feira, 9 de março de 2011

Foi inalcançável?

Sentimentalizar sobre tempo passado.
Tentar graduar aquilo que não é mais palpável.
Tentar guardar apenas como se algo bom fosse, mas que ultrapassou o limite do seu querer.
De difícil limitação e necessário como um diapasão.
Não existe um instrumento para tal, mas apenas uma forma de aceitação exordial.
O continuísmo não existirá, e o que restará será apenas algo imaterial, que não se concretizará com o pouco que obtera por breve e única chance.
De algo inimaginável, aparecera como se estivera esperando, mas de maneira menos provável.
A indiscutibilidade a respeito é evidente, a forma como se apresentou, contudo, nem tanto.
Entretanto, observa-se que situações se materializam para que sejam transformadas, e assim mostrando para o próprio ser o quão capaz ele é de absorver e entender que nem tudo deve ser colocado a sua frente da maneira que ele prefere.
A transição do querer para o tornar possível e longa, e deve ser colocada em mente sempre que ela for acionada.
Acionar a mente para que ela transforme o pensamento em ações.
Estas devem ser constantes, assim como o simples ato de se manter vivo.
Viver e agir. Parece ser simples, mas não é para todos.

domingo, 6 de fevereiro de 2011

Muita gente não percebe.
Muito ser humano não sabe o significado.
O que, entretanto, fica claro,
é o sentimento límpido e evidenciado.


© Foto de Vanderlei Almeida/AFP. Uma das fotografias do cachorro que teria passado dois dias deitado ao lado do túmulo de sua dona falecida nas enchentes que arrasaram a Região Serrana do Rio. Teresópolis, 2011.

sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

E todos choravam!

É verdade!
Aqueles que eu achava não chorar, também choram!
Constatação prevista, mesmo que não imaginável.
Somos todos muito parecidos, quando se trata de sermos familia.
Familia nos termos de convivência, confiança e amizade!
Aqueles que sempre se mostraram enclausurados nas suas limitações sentimentais, de uma hora para outra, se rebelaram, e mostraram a face da normalidade daquilo que todos deveriam, do ponto de vista positivo, trasparecer.
Aqueles são envoltos por névoas periódicas que os fazem minimamente deixar evidente a fraquesa clara e plenamente perceptível do ser que somos.
Fraqueza... não quer sempre dizer que seja algo ruim.
Fraquejar muitas vezes diz respeito a não resistir a algo ruim, rompendo com este para mostrar o bom.
Este fraquejar encontra-se no deixar de mostrar o bom para cultivar e declamar o mau.
Muitos não se atinam para tal.
Muitos não clamam pelo resultado, e simplesmente fluem, sem chorar pelo que realmente é válido!
Assim, pelo que presenciei e constatei, concluo que mesmo aqueles que imaginamos não serem possibilitados, tem sim o seu potencial e também o seu valor.
O que enxergamos é apenas um reflexo desfocado do que a essência realmente representa.
Cabe a nós buscarmos visualizar a realidade presente na unidade de cada um, daqueles que pensamos nós realmente valer a pena.

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

Definitivamente.

Compaixão é coisa que se aprende em casa
Costumo dizer que aprender sobre a empatia faz parte da educação. Assim como generosidade, amizade e compaixão.
Eu tinha mais ou menos oito anos: minha mãe e a Teresa, minha irmã, juntavam roupas, lençóis, comida e brinquedos e íamos para a casa do Vicente, passar o dia. Pra mim, e para minhas outras irmãs, pouco mais velhas, era uma festa.
O Vicente era um pedreiro e pintor de paredes que vivia com a mulher e nove filhas num casebre na cidadezinha do interior de Minas, numa rua de terra batida e muitas árvores. Lembro que era uma casa branca por fora e escura por dentro, de cômodos pequenos e com um odor peculiar que até hoje minha memória olfativa mantém guardado.
Lembro que a filha mais velha, a Cida, tinha olhos azuis e tranças compridas muito louras. Ela era doente mental, mas ria e balbuciava palavras enquanto nos abraçava. E lembro de uma das mais novas, a Solange, que eu gostava de fazer de boneca. Havia um bebezinho e todas as outras meninas, cujos nomes se perderam na minha lembrança.
As visitas eram sempre em dias de sol, quando a Teresa nos levava para debaixo de uma mangueira e nos contava histórias de princesas, inventadas na hora. Brincávamos no quintal a tarde inteira, correndo em meio às galinhas e aos cachorros magrinhos e mansos. Lembro da alegria da mulher do Vicente, e dele próprio, que sorriam benevolentes, com um olhar de gratidão quase infantil.
Eu era criança, e mesmo sem entender muito bem as coisas, me comovia com aquilo. Ao fim do dia, quando íamos embora, sentia sempre uma alegria meio triste, que não entendia bem. Precisei de alguns anos para entender que o que eu sentia na hora da despedida era compaixão.
Foi assim que minha mãe nos ensinou sobre a generosidade, enquanto a Teresa falava que a visita era tão importante quanto os donativos, talvez até mais.
Um dia me mudei da cidadezinha, cresci e nunca mais vi aquela família, embora jamais tenha me esquecido daqueles dias que ficaram em minha memória como imagens mágicas, com uma luz dourada de infância.
Eu já estava com mais de trinta anos quando voltei à cidade e, enquanto subia uma ladeira, alguém gritou meu nome. Era um homem velho, de chapéu de palha, sentado sozinho no banco da praça.
-- Vicente! – gritei, como se encontrasse alguém de outro mundo.
E ali, naquele fim de tarde, voltamos àqueles dias tão vivos, enquanto pude rever, nos olhos dele, a mesma gratidão infantil do passado. A mesma gratidão infantil que boiou também nos meus olhos, quando nos reconhecemos amigos que o tempo não afastou.
*fonte: http://www.jblog.com.br/almalavada.php

sábado, 6 de novembro de 2010

Retrato de mais um acontecimento absolutamente ordinário

Contemplou a admiração com o amor.
A beleza com a vontade.
Música com felicidade.
Quando conseguiu, tudo passou entre seus dedos.
Já não mais estava lá tudo aquilo que pensava ser perfeito.
Muito proveitoso foi, tivera alguém que o fez abrir os olhos para mostrar a felicidade novamente.
Ela estava perdida, na grande imensidão da tristeza que teima em predominar desde o início de sua real consciência.
É claro, a falta que o fará, e já faz, abriu um imenso buraco exatamente no lugar onde a felicidade havia se instalado.
Sensação que incomoda a cada pulso de vida.
Contudo, na verdade, poderá estar sendo meramente egoísta com um lado que não o predomina, mas que tem plena consistência.
De qualquer jeito, nada tirará a plena satisfação que ele tinha ao tê-la do seu lado.
Agradece, chora, se alegra e guarda consigo sua essência, sua consciência, sua beleza, sua magnificência.
Apreciou, de certa maneira atrapalhada, cada demonstração que ela o deu sobre a sua pessoa.
Admirou cada traço e cada detalhe.
Adorou o que lhe trouxe, seja da forma que tenha trazido.
Gratidão por momentos que, por mais simples que tenham sido, fizeram-no despertar o que era obscuro, e que, com grande possibilidade, jamais havia aflorado.
Pode parecer demais, pode parecer tolo, não interessa.
Porém, ela sabe que trouxera a plena alegria de um lugar onde, há muito, ninguém havia tocado, ou se quer, ousado modificar.

Another cliche, but it is ok...


terça-feira, 2 de novembro de 2010

Você é assim?


Ultraviolet (Light my way)

"Oh, sugar, don't you cry.
Oh, child, wipe the tears from your eyes.
You know I need you to be strong
And the day it is dark, as the night is long.
Feel like trash, you make me feel clean.
I'm in the black, can't see or be seen.

You bury your treasure where it can't be found
But your love is like a secret that's been passed around.
There is a silence that comes to a house
Where no-one can sleep.
I guess it's the price of love; I know it's not cheap.

I remember when we could sleep on stones.
Now we lie together in whispers and moans.
When I was all messed up and I heard opera in my head
Your love was a light bulb hanging over my bed. "
U2

sábado, 30 de outubro de 2010

Isto não é criterioso

Eu prometo esclarecer, fluindo de maneira mais preponderante, a respeito das mais insignificantes ações que se relacionam com a sua inimaginária forma de conseguir a maioria das mais insignificantes mazelas existentes nos seu interior.
Nunca fará com que as melodias, ao seu ver prazerosas, consigam fluir ao relento, determinando e dominando fraquezas do seu ser, flertando com terceiros, matando outros demais.
Muito prazeroso ver e atuar, rasgando o ar da forma mais estapafúrdia, arrancando os corações sombrios de pessoas gélidas que insistem em manifestar pelo mais perverso aroma, o qual, da maneira mais simples, atinge aqueles que são desprovidos da imaginação real do mundo perverso que na verdade não existe.
O que realmente evolui e faz sentido é o olhar flamejante daqueles que estão constantemente guerreando pela paz interna, trazendo como aliados aqueles que captam, pelo mais singelo movimento, humanos com a plena capacidade de se revoltarem pelo trágico movimento antimundano.
Vivendo a clamorosa vastidão daquilo que lhe foi dado, será de fácil percepção tudo que fora ignorado e trazido consigo, e tudo aquilo que arrancastes do infinito.
Não estava nem mesmo perto de uma mera tentativa de fazer ou constituir os pensamentos cretinos que dominam as transmissões sinapticas realizadas nos dias de hoje.
Equivalendo às demasiadas formas de interpretação do que não mais está ao seu redor, encontra-se mundos íntimos que chegam a formar um universo social, o qual aplicam-se princípios clamorosos que pulverizam, por demais, mundos terceirizados que se incompatibilizam com aqueles que acabam por o atingir.
Infimamente, os seres captam todas as sinapses, trazendo consigo uma singela forma de concretizar a solução para aquilo que transparece nos demais, formando e transformando tudo que faz uma mera interação parecer a mais extensa forma de consubstanciar uma forma de relação com outra, por mais complexa que ela possa parecer.O parecer e transparecer se chocam de frente.
O parecer não existe frente ao que pode transparecer. Hoje, é clara a tentativa desenfreante de todos modificarem o que parecem para mostrar e refletir a incessante e massiva mentira que assola grande parte das sociedades existentes nesta imensidão mundana.
Sociedades que, a cada dia que se passa, mostram divisões extremas em relação àqueles que as compõem. Obviamente que esta composição fora ininterruptamente irrigada por princípios que datam desde o início das primeiras tentativas da formação de uma real comunidade que buscava um determinado fim. De qualquer forma, desde o inicio, elas já estavam antecipadamente condenadas a propagar o que, hoje em dia, é considerado bom ou ruim, para o ser ou para o conjunto de todas essas sociedades, mais conhecidas como a humanidade.
Grande humanidade, grandes indivíduos, grande mundo. O conjunto em si é autodestrutivo, rumando ao grande dia em que nada pensado ou nada criado fará qualquer sentido. Será nada mais do que algo meramente ocorrido em determinado tempo, em determinado lugar, por um certo indivíduo. Não sobrará nada, nem mesmo as invenções mais poderosas, seja ela física ou intelectual, seja uma escultura ou uma idéia mirabulosa.
A humanidade trabalha para o presente, não faria sentido trabalhar para o futuro. Tratamos aqui do tempo em escala geológica, ou seja, aquele tempo quase infinito, aquele que não percebemos o passar, e que, na verdade, nunca saberemos se será mesmo algo que um dia acabará, ou se será algo que vai além do que as sinapses neurológicas consigam, um dia, mudar de um simples pensamento para algo que poderia nos explicar, metodicamente e empiricamente, e ate mesmo de forma subliminar, sobre tudo que ate hoje fora intensamente “martelado” nas mentes mais superiores, mas que ainda não fora desenvolvida a ponto de revolucionar qualquer imaginação em tal sentido.
Este sim é o inconcluso, o que não podemos se quer dizer algo a respeito. Não há qualquer forma de manifestação que possa, de algum jeito, explicar o que existe unicamente nas mentes daqueles que aplicam vivência ao macro físico. Esta é uma combinação bizarra que para uma minoria faz o maior dos sentidos, aplicando a cada evento conhecimentos e princípios intra ao mega extra.
Extra preponderantemente e absurdamente alucinante, abrangente da forma mais bizarra. Continuadamente alvo de argumentações e preposições que obviamente, na grande maioria das vezes, não encontram bases cientificas para arcar com uma colocação minimamente decente que cause, por parte das pessoas, pensamentos concretos e satisfatórios.
De qualquer forma a completa satisfação, seja ela qual for, será algo inalcançável. Caso ela fosse plenamente palpável, as aspirações e o constante almejar que movem todos fariam com que não mais existisse qualquer ambição e assim não mais haveria sentido no viver de cada dia, de cada ser pensante, ou simplesmente de um mero seguidor de instintos.

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

Dancing with myself

Já que nao tem a quem recorrer, ingore os demais e vá por si mesmo!
Sentindo sem imaginar o que os outros podem pensar.
Deixando para lá qualquer vibração que possa modificar o que você quer para aquele momento, deixando transparecer as suas necessidades e sua vontade.
Costumo imaginar as coisas sem que os outros imaginem.
Fechar as portas da importância alheia.
Se dividir e pensar que naquele momento só você importa, e nada mais fará que isso possa mudar.
Se dividir e depois sentir que está livre da pressão que o contagia.
Conseguir ter o poder de se desligar, e fazer com que nada mais importe, a não ser você.
Privilegiados aqueles que conseguem.
O que era para ser a coisa mais estúpida do mundo, não existe para a IMENSA maioria.
As vezes melhor ser estúpido, impedindo que o raciocinio lógico destrua certos instintos que todos nós haveriamos de ter.
Complicado é dançar consigo mesmo.

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

Eu sou...
consequência de você, de quem eu odeio e de quem admiro, por mais que não o admirem.
Conheco lugares e pessoas que, agora, também são um pouco de mim, ou até mesmo muito, sem que eu tenha a mínima noção.
Por um mero acaso descubro este fato.
Por andar por ai e descobrir, numa mera eventualidade, que eu me encontro em outros lugares.
As vezes o EU que encontro já nao é mais o EU atual.
E muitas vezes o EU que encontrarei será o EU que ainda nao sou.
E eu encontrarei isso em quem ainda nao conheço.
Eu me travo na constante batalha de encontrar o que sou no que o mundo me mostra.
O mundo de vários Eu's e Você's.
Você's que na grande maioria das vezes não tem noção de que são pedaços de quem, um dia, nao era mais do que um princípio de criatura sem qualquer fragmento racional.
Sim, você foi inicialmente construido, nao era só o seu EU. O Eu sempre começa a sua construção por vários você's.
O EU tem perspectiva de se libertar futuramente, sair da casca dos você's, mas são raros os que não trazem qualquer fragmento alheio.
Não é uma crítica, somos inerentes aos fragmentos que trazemos, mas cabe ao EU, a medida que sua lógica vai se tornando evidente, distribir o você's, investindo-o ou até mesmo eliminando-o.
Não observo isto na grande massa, mesmo porque nem todos podem se conscientizar a respeito, não sao tantos que alcançam tal condição.
O motivo? Desconheço.

quinta-feira, 29 de julho de 2010

Momento alheio

Simplificar para que?

Se as pessoas estão sistematicamente acostumadas com o dificultar?

Entre em sintonia com os problemas, não tente compreende-los.

Afaste-se da resolução facil, entre na rotina do "burocratizar".

Encaminhe os fatos para o caminho mais longo,

tente nao compreender ...

Esqueça o fácil, absorva as neuras alheias.

Aplique-as à sua vida, e seja mais um.

Difícil compreender, fácil ignorar.

Eu, mais que ninguém, sei.

quarta-feira, 9 de junho de 2010

"Os médicos comprovaram que tudo que eu como é um veneno mortal e tudo que eu não como é comprovadamente indispensável à vida. Mas assim mesmo eu sigo vivendo."
George Bernard Shaw

terça-feira, 8 de junho de 2010

Anoitecer


e ao anoitecer adquires nome de ilha ou de vulcão
deixas viver sobre a pele uma criança de lume
e na fria lava da noite ensinas ao corpo a paciência o amor o abandono das palavras
o silêncio e a difícil arte da melancolia


Poema: Al Berto

Fotografia: José Lara

quinta-feira, 3 de junho de 2010

Amours (quel dommage...)

"Amour, mon père
et je ne sais pas comment
Amour, ma mère
et tous ces sentiments
Amour, mon frère
et ma sœur évidement
Amour, serait-ce un jeu
d'enfants à crier tout'l temps ?
Amour, de longue date
qui s'étend, qui s'étend
Amour, avec un grand A
c'est long, c'est long, c'est long"...
Gaëtan Roussel

Enquanto eu lia o livro

Enquanto eu lia o livro, a famosa biografia;
- Então é isso (eu me perguntava)
o que o autor chama a vida de um homem?
E é assim que alguém, quando morto e ausente eu estiver,
irá escrever sobre a minha vida?
(Como se alguém realmente soubesse
de minha vida um nada,
quando até eu, eu mesmo, tantas vezes
sinto que pouco sei ou nada sei
da verdadeira vida que é a minha;
somente uns poucos traços
apagados, uns dados espalhados
e uns desvios, que eu busco
para uso próprio, marcando o caminho
daqui a fora.)
(Walt Whitman)
(tradução José Paulo Reis)

terça-feira, 1 de junho de 2010

Cornerstone

I thought I saw you in The Battleship
but it was only a look alike
She was nothing but a vision trick
under the warning light
She was close,
close enough to be your ghost
But my chances turned to toast
when I asked her if I could call her your name

I saw your sister in The Cornerstone
on the phone to the middle man
When I saw that she was on her own
I thought she might understand
She was close,
well you couldn't get much closer
She said "I'm really not supposed to but yes, you can call me anything you want"
Alex Turner

sexta-feira, 28 de maio de 2010

A real percepção!
Ninguém consegue percebê-la.
Percebe-se, já que não lhe interessa.
Difícil encontrá-los.
Aqueles que podem, aqueles que compreendem, aqueles que instigam e que cada vez mais são ou acabam por serem imperceptíveis.
Praticamente impossível revelá-los.
Os encontrarão espalhados, como animais em extinção, em vasta área de povoamento.
São aqueles que valem a pena compartilhar palavras de plena sabedoria e pensamentos ultra magníficos, daqueles que construímos num não cessar esplendoroso, que cansa por tamanha vontade de não parar de refletir.
Por tamanha magnitude ocorre a incompreensão por terceiros que, se quer, iniciam um lapso de uma mera tentativa de absorção.
Plenamente compreensivo, completamente aceito, frustrantemente comum.
Complicado por definição. É algo com a qual me faz revelar o desgosto por muitos.
Chateado outrora, sagaz por agora.
Incômodo antes, aceito no momento.
É por demais mesquinho. Vivendo e aprendendo, infelizmente.
A tentativa ficará no quase, mas alguma coisa haverei de modificar, sendo na própria mente, sendo no observador.
Parabéns mundo, por fazer da raça um oceano de vazio, com pequenos diamantes escondidos embaixo da areia que teima em escondê-los.

Demasiadamente...

Penso,
Pensam muito, pensam pouco, pensam com preguiça, pensam porque gostam.
A partir do que você pensa? O que faz pensar?
Cada um pensa algo.
Mas o que é este algo?
Necessário desgastar para chegar a uma conclusão?
O algo já é a conclusão que você pensa, para outros.
Outros concluem o seu pensamento.
Todos chegam ao final, porém o final não é o mesmo para todos.
Todos necessitam de algo.
Algo faz agir.
Algo age
Algo determina.
Algo conclui.
Algo é você.
Algo sou eu.
Pensam sobre você.
Pensam sobre mim.
Pensam estar fazendo.
Pensam chegar ao fim.
Agem para finalizar.
Agem a seu favor.
Agem pensando sobre algo.
Algo me faz pensar sobre o mundo.
O mundo pensa em agir.
Só pensa ou age?
Age muito e pensa muito.
Melhor agir ou pensar.
Melhor pensar e agir, ou agir sem pensar?
Agir pouco e pensar muito. É uma conclusão lógica?
Lógico é raciocínio.
Raciocínio é pensar com lógica.
Louco...
Louco pensa muito ou simplesmente não pensa, só age.
Somos todos LOUCOS!
Pensando bem, nem todos, mas grande parte... blá blá blá....

sexta-feira, 8 de janeiro de 2010

Em vão...


Saber sem conhecer!
Você sabe?
Você se interessa?
Eu não compreendo, vocês não importam, nós não concordamos.
Muito a ser esclarecido.
Muito a ser prestado.
Muito a ser definido.
Verdades a serem ditas.
Mentiras a serem contadas.
Discernimento não absorvido.
Evidencias obscuras pela névoa da impunidade.
Claudicantes são os passos seguidos pelas pessoas envolvidas.
Ela se quer tentam compreender o porque.
Compreensão exige atenção mínima. Esta exige desprendimento. Este exige tempo. Este não pode ser desperdiçado atualmente.
Engloba-se tudo numa bolha de nada. De conteúdo extremamente vago que se quer percebemos.
Futuramente... no presente, penso no passado.
Entenderei o que penso, quando tiver raciocinado.
Não mais fará sentido.
Exigibilidade não mais cabível. Sentido transposto à sua vontade.
Magnitude perplexa por tudo que produzimos.
Por tudo que hoje é verdadeiro e “correto”.
Sim, correto hoje já não é mais certo, como o errado não é horripilante.
Horrível pensar isso! (?).
O certo é pensar nisso!
O certo é unicamente pensar, de forma racional, e não meramente pelo ato em si!
É necessário conteúdo, em tudo que se faz prezar.
Resistência é o que há. Nem todos temos essa qualidade, tão clamada por muitos.
Porém, como tudo, há quem discorde. Eu discordo e concordo!
Relatividade... tudo é relativo, segundo o clichê!
Nada mais verdadeiro... se for raciocinado.
Tudo se encaixa de acordo com as situações. Tudo pode ser cabível dependendo do que estiver se passando. Tudo pode ser nada, dependendo das ações. Nada pode ser plenamente cabível. Tudo é cabível? Cabe?
Claro que sim, claro que não. Relativo...
De qualquer maneira este é o mundo que vivemos, segundo cantam por ai!
Às vezes eu estava errado. Alias, com certeza eu estava errado.
O erro é um grande acerto na verdade, genericamente.
Genericamente tudo é válido, até a pior coisa que se passou na sua vida (outro clichê).
Através de tais suposições, percebemos a subjetividade de tudo que é concreto e que, na prática, seria incontestável.
Chega-se ao ponto inicial, por tudo que se passa nas nossas cabeças. Ponto inicial. Mais a ser discutido, mais a ser girado e, por uma vez mais, tenta-se concluir o inconcluso.

segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

"... A essencia seria esta: neste ano, eu vou pensar. Em mim, na vida, nos outros, no mundo, em mil coisas ou numa coisa só - que seja realmente importante. Pensar para ser uma pessoa mais decente; pensar para amar mais e melhor, começando por mim mesmo; pensar para votar com mais lucidez; pensar no que de verdade eu quero, se é que eu quero alguma coisa - ou sou do tipo que se deixa levar pro desânimo, preguiça ou desencanto? Pensar simplesmente para criar meu mundo particular, nao num ataque de loucura, mas de criatividade. Pois o real nao existe, existe o que vemos dele. Dentro de certos limites, podemos, cada um de nós, inventar o nosso mundo: sendo mais céticos ou mais otimistas, com aquele grãozinho de loucura necessário para que haja beleza e claridade e nao vivamos numa caverna de trevas."
Lya Luft - Revista Veja nº1 Ano 43 pg.21

segunda-feira, 12 de outubro de 2009

De repente... qual o motivo?

Clarividência imune a percepções incontestáveis.
Desobstrução de visão ampla e previsível.
Conflito entre óbvio e agradável.
Mistura convincente e periodicamente esperável.
Muito a discutir e evidenciar.
Nada a convencer ou brigar.
Influência amarga e doce do passado presente e não mais por aqui.
Mudança cada vez mais próxima de algo que pretende-se não mais alimentar.
Força ainda presente, mas prestes a dissipar.
É o que se espera, é o que traduz o espírito calejado por vivência.
Ainda há muito por vir, e muito a ser alvejado.
Nada é o que se pensa, nada é o que é!
Figuração constante, presença disposta quando há vontade, força interna ainda na tentativa.
Muito a concluir, muito a agir, muito a propagar.
Encontrando figuras dispostas a qualquer coisa, literalmente.
Raciocínio ligado a AÇÔES, HISTÓRIA e principalmente a VOCÊ.
Há por demais, e por menos, de acordo com o ponto de vista.
Disritmia que move de maneira claudicante.
Por mais que se faça, o mínimo é o resultado!
Contudo, de mínimo é que se chega ao máximo.
Obviedade esdrúxula.
Porém nada mais verdadeiro.
Clichê bizarro, que alguns tentam destruir, mas nunca conseguem.
Pelo bem e pelo mal.

quarta-feira, 12 de agosto de 2009

Cansei de tanto procurar
Cansei de não achar
Cansei de tanto encontrar
Cansei de me perder
Hoje eu quero somente esquecer
Quero o corpo sem qualquer querer
Tenhos os olhos tão cansados de te ver
Na memória, no sonho e em vão
Não sei pra onde vou
Não sei
Se vou ou vou ficar
Pensei, não quero mais pensar
Cansei de esperar
Agora nem sei mais o que querer
E a noite não tarda a nascer
Descansa coração e bate em paz
Nara Leão

sexta-feira, 10 de julho de 2009

Your Personality Is Like Cocaine

"You're dynamic, brilliant, and alluring to those who don't
know you.
Hyper and full of energy, you're usually the last one to
leave a party.
Sometimes your sharp mind gets the better of you...
you're a bit paranoid!
At your best: You're confident, euphoric, and feel like
you're on top of the world.
What people like about being around you: You're intense
and overpowering.
What people dislike about being around you: You can be
arrogant... and a bit of a jerk.
How addicted people get to you: Incredibly addictive. And
hanging around with you isn't cheap!"
*Unknow Author

quarta-feira, 8 de julho de 2009

Segundo a minha pessoa, a música...

É como se fosse algo impossível,
alias, é possível, mas de diferente forma,
que não unicamente transmitir por palavras, mas transpor a isso.
É o motivo de existir a música.
Muito acham aquelas frases sem sentido, pelo menos para quem tentando decifrar algo.
Sim... sem sentido para quem não estava enclausurada nos sentidos de quem a escreveu.
Para quem não obtém qualquer percepção sobre o autor, ou simplesmente para os insensíveis .
Independente disso, é uma forma de interpretação.
A musicalidade poderá ajudar, e de fato ajudará para quem percebe.
A genialidade, a doação do seu sentido, o completo transparecer do que se passa.
Para quem pode e consegue é algo magnífico.
Seria como a tentativa de comunicação perfeita,
sincronia de audição e raciocínio.
Soa como o encaixe entre peças plenamente moldadas uma para a outra.
União de prazer e capacidade,
sentimento e compreensão.
Demonstração de sincronismo entre diferentes percepções.

quarta-feira, 1 de julho de 2009

Trilha de Contradições

“Mas cadê tempo e disposição, se o tumulto bate à nossa porta, os desastres se acumulam – a crise e as crises, pouca trégua e nenhuma misericórdia. Angustias da nossa contraditória cultura: nunca cozinhar foi tão chique, nunca houve tantas delicias, mas comer é proibido, pois engorda ou aumenta o colesterol. Nunca se falou tanto em sexo, mas estamos desinteressados, exaustos demais, com medo de doenças. O jeito seria parar e refletir, reformular algumas coisas, deletar outras – criar novas, também. Mas, nessa corrida, parar para pensar é um luxo, um susto, uma excentricidade, quando devia ser coisa cotidiana como o café e o pão,. Para alguns, a maioria talvez, refletir dá melancolia, ficar quieto é como estar doente, e incomodo, é chato: “Parar para pensar? Nem pensar”. Se fizer isso eu desmorono”. Para que questionar a desordem e os males todos, para que sair da rotina e querer descobrir um sentido para a vida. Até mesmo curtir o belo e o bom, que talvez existam? Pois, se for ilusão, a gente perdeu um precioso tempo com essa bobajada, e aí o ônibus passou, o bar fechou, a festa acabou, a mulher fugiu, o marido se matou, o filho... nem falar.”

Lya Luft
Trecho - Revista Veja 1º Julho 2009 pg. 26

quinta-feira, 4 de junho de 2009

É?

Eu só nao sei mais.
Nada do aconteceu.
Nada do que acontecera.
Pessoas que passam.
Pessoas que aparecem.
Tudo vai... passa... fica na memoria.
Esta que falha, esta que mata, esta que suga.
Muito do que aparece é, parece, mas desintegra.
Verdade que enlouquece.
Mentira que ilude.
Atos que ferem.
Musica que lembra.
Sentidos que transpõem.
Pensamentos que iludem.
Ilusão desonesta.
Mundo ridículo.
Mundo real, que ensina?
Sim. Amam ou odeiam, aos extremos.
Extremo ridículo.
Ridículo radical
Quem é levado por emoções que nao ajudam.
Ajuda quem é, ou melhor, quem tem um mínimo de discernimento.
Discernimento? Muitos sabem disso?
É o que todos deveriam ter.! (?)
Aí não seria este mundo.
Caracteristico por existir o que criticam e o que admiram.
É o que é!
E, pelo menos, é o que continuará a ser!

sexta-feira, 22 de maio de 2009


“Music is a moral law. It gives soul to the universe, wings to the mind, flight to the imagination, and charm and gaiety to life and to everything.” - Plato

domingo, 17 de maio de 2009


"I love the relationship that anyone has with music: because there’s something in us that is beyond the reach of words, something that eludes and defies our best attempts to spit it out. It’s the best part of us, probably, the richest and strangest part...."

Nick Hornby, Songbook

sábado, 16 de maio de 2009

Carta para os mundos

Acostumado com tudo que se passa em você?
É demasiadamente ridículo o que tem observado?
Muita coisa que parece ser demais, na verdade é normal.
È apenas resultado de um conjunto de ações que, a partir de um sistema, teve como resultado algo que, se analisado de forma restrita, parece realmente ser exagerado.
Na verdade tudo tem a sua explicação, a principio.
Muito se ouve durante a nossa historia particular, muito se aplica, assim como muito é deixado de lado, sem qualquer valorização.
E é justamente as que não foram valoradas que mereceriam uma melhor análise, seja ela positiva ou não.
A partir dela nos definimos,
A partir dela definimos o próximo.
Logo, depositamos uma maior confiabilidade nas ações, na personalidade e em tudo que faz o seu “conselheiro”.
Claro meu mundo, eu te construo!
As perspectivas são criadas a partir de você mesmo!
O julgamento dos acontecimentos são apresentados através do filtro que tem!
O seu valor é exposto pelo seu discernimento.
Claro que muitos não conseguem expor o seu mundo da forma ideal.
Às vezes por pensar que isso não é o ideal, ou que não tem qualquer fundamento.
Desta forma mundos acabam sendo criados, e aqui estamos nós para podermos desvendá-los, nos surpreendendo, e nos fazendo felizes, ou, em grande freqüência, nos fazendo tristes também.
A tentativa de desvendar mundos particulares é algo que deveríamos nos acostumar, isso faz compreender os outros e facilitar o relacionamento, seja ele qual for!
É o simplificar de tudo, é a compreensão e a não disseminação de conflitos nos respectivos mundos.
Mundos particulares, mundos expostos, mundos secretos, mundos obscuros, submundos.
Todos temos, todos demonstram, todos escondem todos! Todos mostram todos. Conveniência sempre, é o que importa para os seus mundos!
Deveria ser assim?

domingo, 5 de abril de 2009

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